Não consegui deixar de me sentir triste durante todo o tempo que estive contigo…
Parece que recuamos quase um ano no tempo. E será que desta vez vou voltar a ser o que era para ti?
Há um Hugo que te diverte e não sou eu…
A vida de um agente multifacetado
Não consegui deixar de me sentir triste durante todo o tempo que estive contigo…
Parece que recuamos quase um ano no tempo. E será que desta vez vou voltar a ser o que era para ti?
Há um Hugo que te diverte e não sou eu…

fonte: xkcd
I’m not afraid
Of anything in this world
There’s nothing you can throw at me
That I haven’t already heard
I’m just trying to find
A decent melody
A song that I can sing
In my own company
I never thought you were a fool
But darling look at you
You gotta stand up straight
Carry your own weight
These tears are going nowhere baby
You’ve got to get yourself together
You’ve got stuck in a moment
And now you can’t get out of it
Don’t say that later will be better
Now you’re stuck in a moment
And you can’t get out of it
I will not forsake
The colors that you bring
The nights you filled with fireworks
They left you with nothing
I am still enchanted
By the light you brought to me
I listen through your ears
Through your eyes I can see
And you are such a fool
To worry like you do
I know it’s tough
And you can never get enough
Of what you don’t really need now
My, oh my
You’ve got to get yourself together
You’ve got stuck in a moment
And you can’t get out of it
Oh love, look at you now
You’ve got yourself stuck in a moment
And you can’t get out of it
I was unconscious, half asleep
The water is warm ’til you discover how deep
I wasn’t jumping, for me it was a fall
It’s a long way down to nothing at all
You’ve got to get yourself together
You’ve got stuck in a moment
And you can’t get out of it
Don’t say that later will be better
Now you’re stuck in a moment
And you can’t get out of it
And if the night runs over
And if the day won’t last
And if our way should falter
Along the stony pass
And if the night runs over
And if the day won’t last
And if your way should falter
Along this stony pass
It’s just a moment
This time will pass
Soubesses tu o quanto sinto a tua falta, a falta do teu carinho, do teu aroma…
Mantenho a esperança de que tudo vai ficar bem, mas sinto que te estou perder…
Soubesses tu o quanto preciso de ti..
Porque tenho que sofrer tanto?
Sinto-me tão só…
Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
A cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente eu sei que vou te amar
Em cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
De você eu gosto, com você eu fico…
Sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
A cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
Não sei o que fazer!
Perdido e só são gotas de água no oceano de emoções em que estou mergulhado.
Após 20m perdido pela cidade de Lousada, finalmente encontrei um local para parar o carro. De seguida, dirigi-me a dois senhores muito simpáticos e hospitaleiros, pedindo ajuda para encontrar o Auditório Municipal. Qual não foi o meu espanto ao perceber que já lá tinha passado, sem o perceber, obviamente. Lá me dirigi ao edifício, que fica um pouco escondido, entrei, aguardei mais um pouco, fui para a sala e sentei-me.
Pacientemente esperei, enquanto escrevia estas linhas.
A sala começou a encher, não totalmente, pois a cidade estava em festa, tendo muita gente ido para a rua assistir a um desfile.
O concerto, inserido nos Encontros de Música das Terras do Sousa começou com algumas palavras do Maestro Sílvio Cortez, que avisou o público presente de que haviam sido feitas algumas alterações ao programa.
O concerto iniciou-se com Cantigas de Maio (Zeca Afonso / Eurico Carrapatoso), à qual se seguiu uma das músicas tradicionais Zulu cantadas pelo grupo, a Thula Baba, altura em que entra em palco o Ricardo Moreira, percussionista que os acompanha, com um djambé.
Trai Trai (Manuel Faria) foi a música que precedeu um grande momento, quando Catarina e André se aproximam do centro e cantam Eu Sei Que Vou Te Amar (Tom Jobim / Vinicius de Moraes), após a qual retomam os seus lugares para A Un Giro Del Sol (Claudio Monteverdi), voltando a haver mudança no final, em que no centro ficam Catarina, Ezequiel, Marina, Paula e Marisa para a Pie Jesu (Andrew Lloyd Webber).
Neste momento reentra em cena o Ricardo, desta vez com as gôndolas, para apoiar em La Cuna Costera (Eduardo Correa), mudando depois para as clavas em Juramento (Miguel Matamoros), saindo para Forrobodó da Saparia (Lindemberg Carlos) e regressando com o djambé para uma música tradicional de Moçambique, Tico Funa (Eurico Carrapatoso).
Em Papai Me Empresta O Carro (Rita Lee / Roberto Carvalho), Ricardo não está presente, voltando, e ficando ao djambé até ao final. Nesta altura começa a Bullerengue (José António Rincón) e, para o final ficou a outra música tradicional Zulu, a Siyahamba, que deixou o público em êxtase, sendo depois repetida, a pedido da representante da organização do evento.
Em suma, mais uma vez, o Ensemble Vocal de Freamunde provou que, apesar da sua juventude, é grandioso e tem um futuro risonho pela frente.
Uma nota, de parabéns, à soprano Ana Catarina Martins pela sua entrada na Universidade, tendo, igualmente imensa pena por não poder estar presente, futuramente em concertos. De resto, após a Eu Sei Que Eu Vou Te Amar, houve um momento de homenagem a esta colega, por parte dos baixos e tenores, que lhe entregaram uma rosa cada, desejando-lhe felicidades.
Download do vídeo (http://www.manelcruz.pt.to)
Ouvi dizer que o nosso amor acabou.
Pois eu não tive a noção do seu fim
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma!(3)
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido
Sobre a razão estar cega:
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu;
Como eu não fui;
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!(3)
Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!(3)
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!
É incrível. Tenho a prova de que o spam é um mal que afecta, gravemente, a nossa sociedade de informação.
Hoje estive a trabalhar num código PHP que já não mexia há meses e fiz uns melhoramentos. Então fui à página do projecto (que utiliza esse mesmo software) e deparei-me com 15 comentários de spam.
É pá… Isto é uma coisinha descomunal para um página do género desta. Todos os meses, desde Julho, têm entrado comentários lá.
Hoje o treino foi muito instrutivo.
Saí de casa, fui a Penafiel, depois de algum tempo segui para Paredes, Paços de Ferreira, Freamunde, Lousada, regressei a Penafiel e passado mais algum tempo, dirigi-me para casa, passando antes por Cête.
O tempo anda estranho e a minha constipação não há meio de passar…
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