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A vida de um agente multifacetado

Meeting Internacional da Póvoa de Varzim (dia 2)

O dia estava a correr bem. A prova corria sobre rodas, eu estava como Juíz de viragens do cais de partida (“cronometrista”), tendo tido uma bela manhã. Ao almoço senti algumas dores no ombro direito, depois, durante a prova, aumentaram bastante. Parei a função, pedindo que me revezassem, sendo acompanhado pela juíz-arbitro ate ao massagista do F.C. do Porto, que, prontamente me observou, efectuando uma massagem e fornecendo, no final, Ben-u-ron, para acalmar a dor.

No entanto, nem 1 hora depois e estando já no cais oposto, como juíz de viragens, voltei a padecer do mesmo e saí da prova. A nadadora-salvadora de serviço foi muito prestável, chamando os bombeiros que estavam destacados para a prova enquanto me observava a pulsação. Deu-me ainda o seu telemóvel para ligar para casa. Tendo-me deixado com os bombeiros foi, com um colega árbitro, buscar as minhas coisas ao balneário, apos o qual, segui, de ambulância, para o Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim/Vila do Conde.

Preenchimento da ficha, espera, triagem, espera, consulta, espera, raio-x, sala de tratamento, colheita de sangue, soro, chegada da minha mãe, visita do médico com algumas questões, enfermeira com solução de Aspegic, médico novamente, espera, fim do soro, médico, espera e médico com os resultados. Nada de grave. Um problema muscular/nervoso, ja que tanto o raio-x como as análises estavam perfeitamente normais. Alta. Saí do hospital, e fui, com a minha mãe, a seguir o meu pai, que levava o meu carro. Paramos numa área de serviço para comer qualquer coisa e prosseguimos para Braga.

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