Por que é que as pessoas sabem que vai dar merda mas insistem em fazê-lo?
Por que é que quando as pessoas precisam de alguma coisa se lembram de mim e nem querem saber se o que pedem me vai afectar ou não?
É assim tão difícil de o perceber? Tens cérebro que eu sei… Então pensa! Se é uma forma de mostrar que estás aí, não precisas… Eu sei que estás, para minha infelicidade.
Frase do dia:
“A Nestlé é no meio do nada”
“Não é não professora, tem um cafezinho em frente“
Pergunta a minha mãe:
“Quando cortas esse cabelo?”
“Lá para final do estágio aparo as pontas”
Choque!
Choque!
Choque!
Choque!
Choque!
Choque!
Choque!
Choque!
Choque!
Mãe em estado de choque!
Pois é, a minha equipa de design (o Hugo e o Miguel) decidiu meter as mãos no CSS do K2 e aumentar a área útil do blog, bem como alterar a imagem do header, colocando lá a nossa querida “Bichana” (embora ache que se deva mover a cabecita dela um pouco para o lado direito, mas ainda não houve paciência).
O aspecto visual também irá mudar e uma outra alteração prevista é a da página inicial.
Há, também, a hipótese de o blog migrar para http://www.arnax.org em vez de permanecer neste endereço. Vamos a ver como correm as modas.
Como sou um gajinho fixe e tal, agora vou ver “O Aviador” enquanto dobro meias… (alguém tem que o fazer pá!)
Já agora, como frase do dia, relembro a frase de um jornalista da SIC noutro dia, aquando da entrevista ao substituto de Alfredo Reinado:
Alfredo Reinado está morto e, portanto, já não fala…
Estiveste bem Pedro!
Edit: Como o dvd não estava a correr e não me apetece ligar o portátil, estou antes a (re)ver o “Donnie Darko”…
“Cada um sabe de si e Deus sabe de todos.”
Uma expressão da sabedoria popular.
Será verdadeira a proposição? Milhões – se não mesmo biliões – crêem que sim.
Eu não creio em Deus, Pai todo-poderoso, não neste sentido. Na verdade esta questão é um paradoxo para mim pois acredito que haja uma entidade acima de mim e que possa criar fenómenos especiais, que a ciência não consiga ainda explicar. Mas, mais do que isso não consigo mesmo aceitar…
O facto de me qualificar como crente na ciência e cientista em formação impede-me de o fazer.
Afinal, os raios, que se diziam ser castigos de Deus, não passam de pura e simples – como quem diz, pois são resultado de complexas alterações físicas e químicas – ionização do ar e consequente passagem de corrente eléctrica neste.
Quem dá este exemplo, pode dar muitos outros ou mesmo contestar outras afirmações da história da religião.
No fundo, tudo não passa de um conjunto de invenções criadas para que as pessoas tenham algo em que se agarrar nas horas mais difíceis.
Há um grande aproveitamento por parte da Igreja em relação aos seus fiéis, pedindo-lhes “esmolas” e cobrando por inúmeros serviços.
A Igreja Católica Apostólica Romana é, sem sombra de dúvida, a instituição mais rica que existe. Mesmo que não contemos os metais valiosos e as pedras preciosas, temos sempre o legado de milhares de anos de manuscrita, pois livros magníficos estão encarcerados algures.
Melhores frases da semana:
1- Durante uma resolução de exercício no quadro:
“Oh professora, a mim deu-me menos três!”
“Onde?”
“Onde? Na máquina…”
2- Enquanto a professora fala sobre o pH ouve-se:
“Ai Jesus, Micas…”.
Andava eu a ler os blogues do costume quando me deparo com um post espantoso no blog do Jark, o qual cito:
Linux: A threat to our computers. “I’m talking about a project called ‘Linux’, something you may not have encountered, but might do some day. It’s a computer program that was initially developed in Finland as a means of circumventing valuable copyrights and patents owned by an American company called SCO Group.” This is the most laughable explanation about Linux and its history that I have ever read!
Decidi ir ver o link e, tanto o post da senhora Shelley como todo o seu blog é uma campanha publicitária perfeitamente demonstradora da ignorância existente na América actual. A senhora acusa tudo o que não é americano de lhes tentar destruir o país. Afirma que o Linux é uma porta para os invejosos hackers chineses e europeus atacarem os computadores, que o senhor Osama Bin Laden usa Linux porque este foi desenhado para contrafacção de DVD’s, entre outras barbaridades. Os outros posts são também um conjunto de anormalidades que aconselho a serem lidos, pelos menos pelo enorme conjunto de insanidades escritas.
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A pastar… Foi uma seca monumental. Tirando o facto de ter ido dar uma volta ao Norteshopping (sim, eu detesto ir a shoppings, mas desta feita tinha um bom motivo!) e comprado o meu novo telemóvel e massa térmica para pôr rapidamente no procesador, viso que ele não anda muito católico… O meu novo brinquedo é um Nokia 6680 e serve para muito mais do que simples chamadas telefónicas.
Voltando ao Norteshopping… Ver toda aquela decadente mole humana é um exercício penoso. As mães a correr atrás das crianças para as quais não têm pulso, os gunas a passear por lá à procura de uma vítima, os basofes com o raio da bolsa pendurada, o chapéu da moda e sei lá o que mais. Aqueles empertigados que lá vão de mão dada com uma gaja toda mal amanhada, como se tivesse acabado de sair da corte. E quando passam as pitas em manada? Normalmente 5,6 cabeças por cada pack, a ver os rabos dos gajos, todas tunnadas, com banhas laterais, rabo largo, calcinha de liga levis, ténis* tamanho 38 e aquele andar todo sedutor (pelo que dizem). Depois passa uma (pseudo) gótica toda pintada e vestida de negro, tirando aquela meia-calça** branca. Ia abraçada à (provavelmente) mãe (desnaturada), os seus olhos pareciam a ponta de um tubo encarvoado. Os lábios tavam tão negros que mais pareciam ter ardido no verão. Se calhar foi ela mesma, num momento emo… Read more…
Bem vindos ao meu weblog.
Hoje escrevo em português, assim como qualquer destes dias o posso fazer em inglês ou outra língua qualquer. É-me indiferente. Se vos aborrecer, sempre podem mudar para outro website.
Agora, recordo “a frase do dia” de ontem:
“Oh sugu, dá-me um Hugo…”, by Cristina @ aula de Processos Industriais.
Vamos lá dissecar a frase:
“dá-me um Hugo…” Ela quer um Hugo. Será? Sinceramente, não me parece, com o medo que tem de mim…
“Oh sugu” Ela chamou-me sugu… Ora, sugu é parónimo com Hugo… Quererá dizer algo? I don’t think so…
Bah!
Vou para aulas