badge

Archive for the 'Valores' Category

Anomalia

No mundo tudo está parado, nada se move, tudo está esquecido de quão bom é se mexer… Quando tudo girava, rodopiava, saltitava, passeava, ria, chorava, sofria era tão bonito… Ver os cães a brincar, as pessoas a fazer jogging, a irem às compras, a irem para a escola, aqueles passeios a pé! Oh… Agora só se vê carros, motos, camiões, motorizadas, nem uma bicicleta se pode vislumbrar… (E dizem que a gasolina está cara!) Estão a construir prédios por todo o lado… Como se tudo na vida fosse viver enclausurado numa pequena gaiola, a muitos metros do chão, sem espaço para um jardim, um pequeno relvado, umas plantas…. Este povo quer viver de dióxido e monóxido de carbono e outro produtos que tais… É a revolução… Todos querem morrer, inconscientemente, mas querem… Se tiverem consciência vão para o campo, é tão bom estar lá, o ar (ainda que não puro, mas muito mais limpo que o da cidade) faz bem melhor, ouvir cursos de àgua a passar sabe tão bem, dar um passeio por montes e vales, ou apenas tratar de um jardim, quissá uma pequena horta!

Devo ser eu que devo ser mesmo muito esquisito afinal… Ou o mundo está perdido…

Como aquela rapariga, linda, como só ela, que pretende emagrecer…
Como aquela pessoa que tão mal ganha e ainda assim pretende um carro para se deslocar nos 100 metros que a separam do café…

São decisões que as pessoa tomam, que as pessoas devem ajuízar se realmente vale a pena, porque a decisão é inteiramente delas, mas têm sempre a opinião dos amigos…

Os amigos gostam mesmo de nós….
Existem amigos, conhecidos e amigos de ocasião…

Às vezes prefiro ter conhecidos a amigos de ocasião… Estes só aparecem quando precisam e quando precisamos conseguem tornar-se numa espécie de David Copperfield e desaparecer…
Os conhecidos são aqueles que cumprimentamos ao longe, por quem passamos todos os dias, que se calhar nem recordamos o nome, mas que sabemos que estão ali…

Os amigos… Acerca dos amigos não há muito mais que eu possa dizer além do que já toda a gente sabe… Estão sempre quando precisamos, se não estiverem tentam estar, nem que seja por uma simples chamada telefónica, mas a voz, ou na pior hipótese, a letra está sempre presente… Têem sempre um bom conselho, um ombro para chorar, um abraço para dar naquela hora de felicidade… São aqueles que nós mais precisamos e por vezes afastamos…

Sim, o mundo é tão estranho… E pensar que o estranho era eu…
Afinal…
Sou apenas mais uma anomalia no sistema…

[root@localhost arnax]$ rm -rf /

Peço desculpa

  • por dizer o que penso;
  • por dizer o que sinto;
  • por às vezes estar triste;
  • por sentir falta das pessoas;
  • por sentir falta de afecto;
  • por sentir falta de algo simples que me faça sorrir;
  • por gostar de ti;
  • por estragar tudo;
  • por ser assim.

Por tudo isto e pelo mais que possa fazer ou causar, peço desculpa.

É Natal, é Natal

Antes de vos deprimir, uma mensagem de Natal:

Que a felicidade e a harmonia se conjuguem para fazer deste Natal uma época cheia de paz, amor e saúde. Feliz Natal!

Natal. Época de paz e amor, alegria e altruísmo, compaixão.

É este o Natal que se deseja, mas será que é este que se faz por se ter?

Vejo as ruas repletas de pedintes, portugueses, estrangeiros, adultos, idosos, crianças. Vejo uma mulher, com um carro de bebé, a pedir. É um pouco paradoxal ver-se uma pessoa pedir dinheiro, mas mostrar, de forma consistente, vários dente de ouro. Por um lado podem ser as suas poupanças, por outro, porque não o usa? Não vai calar a fome mas vai ajudar a aliviá-la.

Nesta época vê-se a corrida às lojas, sendo que nos últimos dias esta torna-se ainda mais desenfreada. “Ataca-se” as lojas de brinquedos, as confeitarias/pastelarias, lojas de roupa, até as famosas lojas dos 300 (ou “euriméio” como já ouvi dizer!). Qualquer superfície comercial que ainda tiver algum stock para se poder comprar aquela prenda ou o bolo-rei (ou outra especialidade) que falta está repleta de clientes.

As ruas estão cheias de povo a serpentear pelos passeios, a atravessar fora das passadeiras, pode-se ver, claramente, uma mancha de vapor. É o ar quente expirado por esta mole humana neste dia frio. É Natal, o frio é normal, mas este sol que brilha lá no alto e se esforça por aquecer as pessoas está a sentir-se mal, pois a sua missão não está a ser cumprida.

Os enfeites de Natal rodeiam as ruas, alguns estão ligados, outros não. As músicas da época podem ser ouvidas por toda a cidade através do sistema de som instalado junto com os enfeites.

A ceia, os bolos, os doces… Tudo começa a ser preparado para celebrar o nascimento de Cristo. Mas…

Quem é este Cristo, cujo nascimento se celebra? Porque o celebramos neste dia? Quem me garante a sua existência? Um pedaço de papel escrito? A sua história será verídica? Porque será que Deus, todo poderoso, esperou tanto tempo para enviar o Seu filho à Terra? Será que foi na altura que os homens mais precisavam dele? Porque subiu aos céus, exilando-se para sempre? Será que voltará?

“É preciso ter fé”, dirão muitos. Eu cá penso que é apenas mais uma invenção. O Homem precisa de acreditar em algo para explicar aquilo que a ciência não consegue. A Igreja Católica Apostólica Romana é provavelmente a instituição mais rica do mundo, tendo ligações em todo o lado. Esta Igreja, que tanto apregoa a bondade, o altruísmo, a não-violência foi a principal causadora de centenas de milhar ou mesmo milhões de mortos por este mundo fora, em apenas cerca de 2000 anos. Expulsou os “mouros” da Europa invocando uma guerra santa, ignorou os maus tratos infligidos nos “negros” em África (que, de resto, trouxe a escravatura) e ainda permitiu a chacina de índios na América. É certo que houve um homem que, com toda a coragem e humildade, pediu perdão pelos erros da sua igreja, mas terá bastado? Foram perto de 2000 anos de atrocidades…
Afinal estamos a celebrar o quê?

Já agora, deixo um vídeo com a presença de Jesus:

http://www.youtube.com/watch?v=7iF7lV1FjTE

Dia de ontem

Captain’s log n.21122006.1 (lembrei-me do Star Trek)

Acordei e logo de pois recebi uma sms tua. Soube tão bem… Acho que nem imaginas.

Hoje fui à clínica para o electroencefalograma e tirar sangue para análises. Passei por uma seca fenomenal e ainda por cima estava em jejum por causa de tirar sangue. Enquanto esperava para o EEG estava um miúdo na minha frente a jogar um qualquer jogo no telemóvel da mãe que me parecia tetris por causa dos sons emitidos.

Ontem éramos para ir ao cinema mas o pessoal cortou-se… Como de costume. A cena foi tão habitual, parecia um dejá vu. Nos dias anteriores estava tudo confirmado mas no dia… Enfim. Era agora no jantar de Natal o resto do pessoal se cortar também e eles irem sós. Depois ficavam todos chateado, cheios de fitas porque OS OUTROS não iam.

Parafraseando a Teresinha, “Há coisas fantásticas, não há?

O jantar até correu bem, embora tenha começado mais tarde do que esperava. Infelizmente a professora de Inglês vai embora e o jantar também serviu de despedida. Na troca de prendas recebi 1 carro de F1 semelhante ao McLaren-Mercedes  MP4-21, embora com o esquema de cores do MP4-20 e os decalques com outros nomes. De qualquer forma é um carro interessante, pois está bastante parecido com o real.

18102006 P234/425

Tenho andado a escrever há bastante tempo mas não tenho tido paciência alguma para publicar e os posts têm ficado a meio.

Hoje É um bom dia para publicar algo. Cheguei à pouco da minha segunda aula de condução, que correu bem, felizmente. Estou agora na escola, por preguiça de ir para casa e depois voltar para cá. Assim facilita tudo excepto, talvez, o facto de estar a passar uma grande seca. Enfim… Nem tudo são rosas, logo, ha sempre contrariedades.

Acabei de ligar para a minha mãe, está com o meu pai no Hospital para fazer um exame, saíram de casa ainda antes de mim. Nem 8h eram. Isto de ir ao hospital tem o que se lhe diga. Têm sempre tanta gente lá que para a mínima coisa como suturar uma ferida ou receitar um medicamento para a gripe se demora uma eternidade.

 

Mas não é sobre hospitais que escrevo hoje. É sobre a vida. Essa maravilha que foi gerada e se tem mantido até agora, ora com algumas dificuldades, ora sem estas. Mas tem sido gerida com algum rigor, pensando mais para a frente do que para trás, pois de nada vale pensar no que aconteceu. “O que está feito, feito está.” - diz o ditado. Mas por outro lado, pensar no futuro porquê? “O que será, será!” - diz outro ditado. De qualquer forma,pelos vistos não se deve pensar na vida, pois o carpe diem diz-me para viver cada momento.

Mas existe alguém que não pense no que se passa? Existe alguém tão irracional que apenas vive o momento? É demasiado estranho que isso possa ser possível, pelo menos para mim, pois eu não consigo.

Penso bastante no que se passa actualmente e um pouco no futuro, penso nas palavras e acções de ontem, de anteontem, de há algum tempo atrás mesmo. Por vezes penso por que razão aconteceram certas coisas no passado, mas não chego a um consenso.

Hoje penso bastante.

Agora penso em ti. Tenho saudades tuas. A sério que tenho, podes até nem acreditar como aconteceu quando nos deixamos de falar, mas sim, é verdade. O mundo já deu milhares de voltas e mesmo assim não esqueço a nossa amizade, os nossos momentos divertidos e, como é óobvio, também não esqueço os maus momentos. Será que hoje poderiamos fazer algo para recuperar esta amizade perdida?

Hoje vi uma grande amiga, conhecemo-nos desde o infantário, estudamos juntos até ao 9º ano, no 10º cada qual seguiu o seu rumo, mas voltamos a estar juntos numa sala no 12º para ter aulas de física. Até a faculdade que frequentamos foi a mesma. Cursos diferentes e pólos diferentes, mas não era longe. Eu em Braga, tu em Guimarães. Vi-te, devias estar a ir para o trabalho. Tás diferente, nem me deves ter reconhecido, pois já passou bastante tempo desde a última vez que falamos. Ainda assim foi bom ver uma cara tão familiar.

Mas hoje em dia penso muito mais em ti, pois é. E é tão natural eu o fazer. Sabes o quanto me preocupo contigo, o quanto gosto de ti. Definho. Tenho tantas saudades tuas. O que vale é que mantemos o contacto durante o dia, todos os dias e sei que em breve nos vamos encontrar e matar todas as saudades que temos, mas, até lá, definho. Sinto a tua falta, da tua meiguice, do meu carinho, do teu sorriso, de te fazer rir, de te abraçar. Sinto falta dos teus doces lábios.

Quero passear contigo, dar-te a mão na rua, levar-te a jantar, ajudar-te a escolher aquela carteira para combinar com aquela camisola que combina com aquelas calças que, por sua vez combina com os sapatos que compraste sei lá bem onde. Quero estar ao teu lado, sempre que precisares, sempre que eu precisar de ti. Acima de tudo, quero conhecer-te o melhor possível e mostrar a tudo e todos o quanto gosto de ti.

Faz dias que não te vejo, que não te sinto. Não… Eu sinto-te, ainda sinto o teu abraço, os teus lábios, o teu perfume, e é o facto de saber que vou voltar a sentir que me faz sorrir, que me dá alento para aguentar esta minha passagem pela vida.

 

A vida.

 

Volto ao tema. Não que o tenha deixado algures, mas trato-o mais objectivamente, sem medos, sem motivo para sofrer. A vida não é mais do que uma passagem, mas é longa, na maioria da vezes, curta, por vezes, infelizmente. Mas é vida. E esta não deve ser negada. Há que ser racional e pensar duas vezes antes de gerar uma, há que ponderar se realemente é a hora. Eu não tenho, neste momento, coragem para ajudar na concepção de uma vida. Não que fosse mau, ou que esteja em dificuldades. É, para mim, uma questão moral. Não daquelas questões morais religiosas, mas eu não tenho moral para colocar uma criança neste mundo que tanto detesto. Este mundo cheio de problemas. Não me parece certo que se crie uma criança com medo de sair à rua porque pode haver uma explosão, porque pode haver uma bala a ricochetear, porque pode ser atropelada. Mas há outros motivos por detrás da minha escolha. Olhem para o céu, para as plantas ou animais. Olhem para a Natureza. Está triste. Estamos a matá-la a cada dia com as nossas ameaças. E não é apenas aquela poluição que toda a gente critica e nada faz. Temos a poluição sonora, que consegue ser tão ou mesmo mais grave. Temos também a poluição visual pois, milhares de outdoors e placas anunciam produtos que, muitos deles, nem pensei existirem. Temos a televisão a dar esses mesmos anúncios e a propagandear produtos durante os seus programas. Vai desde colchões a automóveis, de aspirinas a cremes reparadores, de férias em Espanha a um ralador de queijo.

Necessitaremos mesmo de tudo isso?

Ideia

Ela há cada uma…

E as pessoas têm a mania de que são as melhores ideias as suas! Ou porque são a forma mais fácil de fugir de um problema ou porque não se querem dar ao trabalho de o enfrentar, devido ao seu medo. Não há que pensar muito, apenas ser intuitivo. Ouvir o que os amigos têm a dizer e lembrar-se de que eles não existem apenas para rir, mas, também para chorar.

Nada é perfeito e com isso temos que viver, todos sofremos, mais cedo ou mais tarde, mas tomar decisões que vão magoar mais pessoas e, mais tarde, a nós, é algo que me ultrapassa. Não consigo mesmo conceber esse conceito de “Não gosto de ti, mas fodo contigo até determinado acontecimento”.

É perfeitamente desnecessário partir para estas situações. Há necessidade de abrir os olhos!

É preciso lutar pelo que se quer, não baixar os braços e seguir outra via.

Páscoa

Tempo de reflexão.
Estive uns dias fora, quase que desligado do mundo. Foram dias interessantes, pude preguiçar, subir montes, sentar-me a beira do ribeiro e ouvi-lo a correr, fotografar… Sim, fotografar.
É um hobby como tantos outros, com o equipamento adequado é possível fazer maravilhas.
Gosto muito de aproveitar o momento, ripar a máquina e num movimento rápido fotografar o objectivo, sejam gatos a alimentar-se, cães a latir, pessoas a olhar, pássaros a passar… Uma nuvem que me atraiu mais do que as outras. Não disponho, ainda, do melhor equipamento para evoluir neste campo, possuo duas compact, uma digital (Sony DSC P-31 2.0MPixels) e uma de filme (Canon Canonet QL17), muito antiga, mas essas… Essas são as melhores! Tenho também o meu Nokia 6680 com a sua 1.3MPixels.
Aspiro a uma Canon EOS-1Ds Mark II com os seus 16.7MPixels e toda a qualidade que os fotógrafos profissionais almejam. Sabem que o Gerd Ludwig usa uma? Pois é… Reportagem do Richard Stone, com fotos do Gerd em Chernobyl (Ler National Geographic de Abril de 2006)
Sim, sou adepto da fotografia. Sim, sou adepto da National Geographic Society. Desde quando? Desde que me conheço. Sempre me deliciei frente ao ecrã de televisão a ver os pacientes senhores à espera que o leão se levantasse para dar um peido.
Quando comprei a revista deste mês, vários pensamentos me vieram à cabeça. Desde o habitual pesar pelas vítimas, todas elas, do acidente e, como não poderia deixar de ser, pensei na situação actualmente vivida neste cantinho à beira mar plantado. Será que devemos enveredar pela energia nuclear? Sim? Eu apoio a energia nuclear. Pensem bem nisso um pouco. França. Um país super desenvolvido (apesar dos seus problemas sociais), não depende de nenhum país para o seu consumo energético. As suas centrais nucleares geram cerca de 70% a 80% da energia necessária pelo país. Portugal é um país pequeno. Nao necessitamos de 103 reactores como os Estados Unidos, mas 3 seria um número muito bom. O custo destes será elevadíssimo argumentarão muitos. Eu contraponho como facto de as centrais americanas se encontrarem a gerir os custos. Ou seja, já se auto-pagaram. Menor dispêndio a nível energético não é uma mais-valia?
“Há o perigo, lembra-te de Chernobyl…”
Pois lembro… Assim como me “lembro” também do acidente em Ekofisk, no Mar do Norte, em 1977 em que se atingiu um débito diário de 3000t a 4000t diárias! Posso lembrar também o Exxon Valdéz e, mais recentemente, o Prestige!
Meus amigos, temos que deixar de ser velhos do Restelo e pensar nas próximas gerações. Vamos continuar a vergar-nos perante Espanha e França, comprando-lhes energia, ou vamos ser auto-suficientes? A energia nuclear é limpa, não produz dióxido ou monóxido de carbono. Citando Chris Hamilton na National Geographic do corrente mês, “Calvin Nolt (à esquerda) recebe mais radiações nocivas num dia de exposição ao sol do que num ano junto à central de Three Mile Island, onde restam duas torres de refrigeração ao serviço do único reactor activo. Em 1979, registou-se aqui o pior acidente nuclear dos EUA. Nunca mais foram construídas centrais nucleares no país.”
Existem 20 anos de time-leap desde o último acidente…

Passar do tempo

Como o tempo passa…

Olhamos para trás e cada dia parece que temos mais um ano atrás de nós.

Cada vez mais queixas, mais lamentações. Tudo de errado acontece e tem uma razão de ser. Não discutimos a razão, mas o facto de nos ter acontecido. Mas o facto não importa.

O jovem morreu atropelado. Ninguém quer saber se foi um carro que o atropelou, apenas se ficou muito maltratado. Todo o português (e outros habitantes de outros tantos países) têm a mania de correr para os acidentes, ficar a observar, lamentar, chorar, desmaiar, atrapalhar… Não podem seguir indiferentes? Nem mesmo fazendo toda esta estupidez, habitual deles, aprendem e pouco depois cometem o mesmo erro que o jovem cometeu quando atravessou a correr, sem olhar para o lado, fora da passadeira e foi atropelado por um carro que circulava dentro do limite de velocidade, mas que não viu o jovem porque foi tudo muito rápido.

Continue reading ‘Passar do tempo’


Utilizadores Online

Daily Stories Mobile
Under development

 

November 2008
S M T W T F S
« Oct    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

My latest deviations at deviantART

del.icio.us

Categories



    Writing


    299 articles
    419 comments

      Comments


      platform
      413 





      browsers
      231
      179
      8
      4
      0
      0
      0

Bad Behavior has blocked 30 access attempts in the last 7 days.