No mundial…
…metam as vuvuzelas no cú!
(E não se ponham na rua armados em carapaus de corrida a soprar nelas.)
…metam as vuvuzelas no cú!
(E não se ponham na rua armados em carapaus de corrida a soprar nelas.)
É curioso como o tempo passa, a vida dá voltas, tudo muda. Bom, nem tudo. Há algo que não mudou e não sei se algum dia mudará. Já há tantos anos que é assim. Mais forte, mais fraco, mas não diminuiu. É curioso o facto de apenas conseguir aumentar, mas isso nem sei como explicar.
Será que vai tudo continuar como está? Eu gostava, não, eu queria… EU QUERO que mude, mas da forma que EU quero. Infelizmente, isso parece tão difícil.
Quem sabe daqui a uns anos…
:-/ …
Due to a heavy criticism on my drawings, I have been assimilated by the Borg and, therefore, will not write nor draw anymore.
Resistance is futile!
Após um exame em que estava a responder a uma questão sabendo que estava mal e continuei o raciocínio até ao fim, apesar de tudo. Questão essa que me fez pensar que talvez tudo o que escrevi antes talvez fosse asneira. Momento estúpido para se ter num exame… Enfim!
Vá, mal cheguei a casa fiz download de “Tora Dora!” só para me entreter enquanto me preparava para pegar nos livros outra vez. A poucos episódios do final, pego na tablet e começo a desenhar. Sim, a desenhar, o que passa? Umas linhas, umas curvas…
Gostei do que vi. Já há muito tempo que não conseguia mostrar a alguém um desenho. Hoje consegui!
Vá, Palmtop Tiger / Taiga Aisaka, Tora Dora!
Bem, parece que ando a escrever mensalmente por aqui… O que não é nada intetressante. Na verdade, parece que estou em pausa ou algo que o valha, mas não é nada disso. Simplesmente ando numa fase aborrecida.
Aborrecida não pela vivência, aborrecida mentalmente. Não tenho tido paciência para o que mais gosto.
Pego na tablet ou numa folha cheio de ideias e, sem um único risco largo pois não tenho vontade de desenhar.
Para escrever passa-se quase o mesmo.
Podia escrever sobre tanta coisa!
Olha, por exemplo, na semana passada, em Famalicão, nos cronometros sob chuva, com o impermeável da associação, mais comprido que os meus calções… Sentia-me um pouco como o Neo, apesar de ser verde e eu estar de branco por baixo do impermeável.
Podia falar sobre a ida a Lisboa, as minhas aventuras ao volante, sobre a minha ida à mostra ComCiência no EuroParque, em que a minha antiga escola preparatória levou vários projectos interessantes, incluindo o modelo que usou no “F1 in Schools”, vários robots produzidos “in-house”.
Oh… Não tenho vontade mesmo.
Ah, é verdade, o Michael Jackson, a Farrah Fawcett e o Billy Mays, entre muitos outros, esticaram o pernil…
Post partilhado, leia a primeira parte em Caverna da fifi.
Este post é o relato de uma história verídica, observada por mim e pela Sofia.
O dia estava a correr bem. A prova corria sobre rodas, eu estava como Juíz de viragens do cais de partida (“cronometrista”), tendo tido uma bela manhã. Ao almoço senti algumas dores no ombro direito, depois, durante a prova, aumentaram bastante. Parei a função, pedindo que me revezassem, sendo acompanhado pela juíz-arbitro ate ao massagista do F.C. do Porto, que, prontamente me observou, efectuando uma massagem e fornecendo, no final, Ben-u-ron, para acalmar a dor.
No entanto, nem 1 hora depois e estando já no cais oposto, como juíz de viragens, voltei a padecer do mesmo e saí da prova. A nadadora-salvadora de serviço foi muito prestável, chamando os bombeiros que estavam destacados para a prova enquanto me observava a pulsação. Deu-me ainda o seu telemóvel para ligar para casa. Tendo-me deixado com os bombeiros foi, com um colega árbitro, buscar as minhas coisas ao balneário, apos o qual, segui, de ambulância, para o Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim/Vila do Conde.
Preenchimento da ficha, espera, triagem, espera, consulta, espera, raio-x, sala de tratamento, colheita de sangue, soro, chegada da minha mãe, visita do médico com algumas questões, enfermeira com solução de Aspegic, médico novamente, espera, fim do soro, médico, espera e médico com os resultados. Nada de grave. Um problema muscular/nervoso, ja que tanto o raio-x como as análises estavam perfeitamente normais. Alta. Saí do hospital, e fui, com a minha mãe, a seguir o meu pai, que levava o meu carro. Paramos numa área de serviço para comer qualquer coisa e prosseguimos para Braga.
Sinto falta do teu calor, dos teus mimos, das tuas cócegas, de te fazer rir, do teu sorriso, do teu respirar, dos teus espirros, dos teus caracóis, de te mimar, de como tudo fica bem quando estou contigo.
Tudo se resume ao facto de estar contigo me fazer feliz…
Vou triplicar o saldo da Sofia em Braga
Vou triplicar o saldo da Sofia em Braga
Vou triplicar o saldo,
Vou triplicar o saldo,
Vou triplicar o saldo, da Sofia em Braga
Sirigaita yupi yupi ai i-o
Sirigaita yupi yupi ai i-o
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