Et nunc?
Estou demasiado cansado, sinto-me literalmente a arrastar. Todos os dias as mesmas pessoas chatas, as mesmas caras aborrecidas, as mesmas coisas, as mesmas acções, as mesmas reacções, os mesmos preconceitos, as mesmas mentiras… Nem a chegada de um bando de bichos à escola me animou.
Tenho feito de tudo para não transparecer como me sinto, mas há quem note. Perguntam-me, respondo, não gostam/não aceitam a resposta. Tenho lá culpa? Tenho que responder o que querem ouvir?
Trabalho, trabalho e mais trabalho… É o que recebo na escola. Nem a nota de Gestão de Laboratório me trás ânimo.
O que preciso desaparece rapidamente e o que podia passar sem, aparece com uma velocidade ainda maior.
Sinto-me sem forças para continuar esta rotina. Tenho mesmo que aturar isto?
Podia mudar, talvez fosse mais fácil…
Desaparecer não é a melhor opção, mas já ponderei, por várias vezes, mandar tudo para o tecto e ir para um local diferente e começar algo novo, ou mesmo voltar para um velho poiso e retomar o que parei antes.
A meu amor…
Quero que saibas
que sem ti não há lua,
nem as árvores crescem,
ou as mãos amanhecem
entre as sombras da rua.
Leva os meus braços,
esconde-te em mim,
que a dor do silêncio
contigo eu venço
num beijo assim.
És tudo para mim :*
Desprezo?
Olha, MERDA!
inverso do logaritmo
Convém lembrar que este pequeno cálculo é de extrema importância no cálculo de uma concentração em potenciometria directa…
Bolas pá! são 00h35…
Lanche
Não consegui deixar de me sentir triste durante todo o tempo que estive contigo…
Parece que recuamos quase um ano no tempo. E será que desta vez vou voltar a ser o que era para ti?
Há um Hugo que te diverte e não sou eu…
A thousand miles
fonte: xkcd
Stuck in a moment you can’t get out of
I’m not afraid
Of anything in this world
There’s nothing you can throw at me
That I haven’t already heard
I’m just trying to find
A decent melody
A song that I can sing
In my own company
I never thought you were a fool
But darling look at you
You gotta stand up straight
Carry your own weight
These tears are going nowhere baby
You’ve got to get yourself together
You’ve got stuck in a moment
And now you can’t get out of it
Don’t say that later will be better
Now you’re stuck in a moment
And you can’t get out of it
I will not forsake
The colors that you bring
The nights you filled with fireworks
They left you with nothing
I am still enchanted
By the light you brought to me
I listen through your ears
Through your eyes I can see
And you are such a fool
To worry like you do
I know it’s tough
And you can never get enough
Of what you don’t really need now
My, oh my
You’ve got to get yourself together
You’ve got stuck in a moment
And you can’t get out of it
Oh love, look at you now
You’ve got yourself stuck in a moment
And you can’t get out of it
I was unconscious, half asleep
The water is warm ’til you discover how deep
I wasn’t jumping, for me it was a fall
It’s a long way down to nothing at all
You’ve got to get yourself together
You’ve got stuck in a moment
And you can’t get out of it
Don’t say that later will be better
Now you’re stuck in a moment
And you can’t get out of it
And if the night runs over
And if the day won’t last
And if our way should falter
Along the stony pass
And if the night runs over
And if the day won’t last
And if your way should falter
Along this stony pass
It’s just a moment
This time will pass
Dias solitários
Soubesses tu o quanto sinto a tua falta, a falta do teu carinho, do teu aroma…
Mantenho a esperança de que tudo vai ficar bem, mas sinto que te estou perder…
Soubesses tu o quanto preciso de ti..
Porque tenho que sofrer tanto?
Sinto-me tão só…
7 meses…
Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
A cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente eu sei que vou te amar
Em cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
De você eu gosto, com você eu fico…
Sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
A cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
Não sei o que fazer!
Perdido e só são gotas de água no oceano de emoções em que estou mergulhado.
Ensemble Vocal de Freamunde em Lousada
Após 20m perdido pela cidade de Lousada, finalmente encontrei um local para parar o carro. De seguida, dirigi-me a dois senhores muito simpáticos e hospitaleiros, pedindo ajuda para encontrar o Auditório Municipal. Qual não foi o meu espanto ao perceber que já lá tinha passado, sem o perceber, obviamente. Lá me dirigi ao edifício, que fica um pouco escondido, entrei, aguardei mais um pouco, fui para a sala e sentei-me.
Pacientemente esperei, enquanto escrevia estas linhas.
A sala começou a encher, não totalmente, pois a cidade estava em festa, tendo muita gente ido para a rua assistir a um desfile.
O concerto, inserido nos Encontros de Música das Terras do Sousa começou com algumas palavras do Maestro Sílvio Cortez, que avisou o público presente de que haviam sido feitas algumas alterações ao programa.
O concerto iniciou-se com Cantigas de Maio (Zeca Afonso / Eurico Carrapatoso), à qual se seguiu uma das músicas tradicionais Zulu cantadas pelo grupo, a Thula Baba, altura em que entra em palco o Ricardo Moreira, percussionista que os acompanha, com um djambé.
Trai Trai (Manuel Faria) foi a música que precedeu um grande momento, quando Catarina e André se aproximam do centro e cantam Eu Sei Que Vou Te Amar (Tom Jobim / Vinicius de Moraes), após a qual retomam os seus lugares para A Un Giro Del Sol (Claudio Monteverdi), voltando a haver mudança no final, em que no centro ficam Catarina, Ezequiel, Marina, Paula e Marisa para a Pie Jesu (Andrew Lloyd Webber).
Neste momento reentra em cena o Ricardo, desta vez com as gôndolas, para apoiar em La Cuna Costera (Eduardo Correa), mudando depois para as clavas em Juramento (Miguel Matamoros), saindo para Forrobodó da Saparia (Lindemberg Carlos) e regressando com o djambé para uma música tradicional de Moçambique, Tico Funa (Eurico Carrapatoso).
Em Papai Me Empresta O Carro (Rita Lee / Roberto Carvalho), Ricardo não está presente, voltando, e ficando ao djambé até ao final. Nesta altura começa a Bullerengue (José António Rincón) e, para o final ficou a outra música tradicional Zulu, a Siyahamba, que deixou o público em êxtase, sendo depois repetida, a pedido da representante da organização do evento.
Em suma, mais uma vez, o Ensemble Vocal de Freamunde provou que, apesar da sua juventude, é grandioso e tem um futuro risonho pela frente.
Uma nota, de parabéns, à soprano Ana Catarina Martins pela sua entrada na Universidade, tendo, igualmente imensa pena por não poder estar presente, futuramente em concertos. De resto, após a Eu Sei Que Eu Vou Te Amar, houve um momento de homenagem a esta colega, por parte dos baixos e tenores, que lhe entregaram uma rosa cada, desejando-lhe felicidades.
