Daily stories

A vida de um agente multifacetado

Pois é…

Eu sou eu e ninguém me pode tirar isso. Não tenho mudado em relação às minhas ideias.

É lixado deixar crescer a barba. Quando era miúdo queria ter barba e agora chateia porque é preciso andar de tesoura a cortar e depois então é que posso usar a lâmina. Há sempre a hipótese de a cortar mais frequentemente mas… tenho preguiça!

amo-te, não te esqueças disso…

Há coisas mesmo muito degradantes…

Acabo de jantar e ligam-me a pedir para ir à pizzaria Ricardo buscar duas pizzas familiares. Oh pá, claro que vou, não os vou deixar aí amuados a preparar qualquer coisa para jantar! Tudo corre bem pelo caminho e eis que chego à pizzaria.Pronto… Cheguei ao inferno, foi a minha primeira impressão. Montes e montes de gente, o espaço estava quase cheio! Olho para a porta e lá vêm duas peruas todas “arranjadas”, prontinhas para serem violadas mal passassem num beco. Foi uma visão triste. Andavam ambas em sapatos de tacão bastante alto e torciam-se toda, como se fosse a primeira vez que o faziam. Uma delas pisca-me o olho e sorri mas como nem me aqueceu nem arrefeceu, e ela percebeu isso, muda para um semblante mais carregado. Entretanto esperam uns instantes ali na entrada e vão para uma mesa lá no fundo. sentam-se, puxam do cigarro, pedem qualquer coisa. Como já estava, supostamente a passar o prazo de 15m que me disseram ao balcão, aproximo-me do outro balcão, onde vão entregando as pizzas e qual não é o meu espanto! as pizzas ainda nem estavam preparadas… Pacientemente espero. Sinto um empurrão. Era a tal moça. Nem um simples pedido de licença, se bem que eu até estava afastado da mesa e ela passava à vontade. Enfim, lá lhe lancei um olhar de assassino e ela sai a correr. Quando volta passa e nem diz nada, nem precisou de me empurrar! Logo a seguir sai a amiga, deixei-me estar no exacto sítio que estava anteriormente e ela passou sem problemas, voltando da mesma forma.
Finalmente as pizzas estão prontas, a menina entrega-mas e lá vou eu embora. Chegado ao carro, pouso-as no banco e lá vou eu à minha vida.

Dantes como agora…

Afinal nem tudo muda… Pelo menos não na totalidade.
Quando era puto arranjávamos um amigo que tivesse uma bola e lá íamos todos jogar. Depois iam aparecendo mais garotos e as equipas ora cresciam em elementos, ora em número e tínhamos que jogar ao “bota fora. Depois, quando a mãe do dono da bola o chamava, dispersávamos.
Hoje deparei-me com uma cena parecida. Estava um casal com a sua cria junto a um brinquedo daqueles tipo carrocel com para 4 miúdos em que se mete uma moeda e ele gira com uma música toda catita. Pois então, o paizinho para deixar a sua criança feliz lá despende um euro. Passado uns instantes já estava cheio e tinha fila. Até que a brincadeira acabou e o paizinho querido tira a cria de lá como quem diz: “acabou o jogo cachopada! Tá a ir tudo embora…”

WebOS – eyeOS

Web OS, será este o futuro dos computadores?

Talvez, mas ainda assim será necessário ter um sistema operativo nos computadores para que estes acedam à internet. De qualquer forma já há projectos muito interessantes.

O Web OS pauta-se por ser um mini sistema operativo a correr num webserver, o que faz com que o utilizador possa aceder-lhe em qualquer parte do mundo. Não é necessário ligar a uma máquina por ssh/telnet, basta que se tenha um browser moderno e uma ligação à internet e o acesso está pronto.

Como em todo o lado há software fechado, proprietário, e software aberto (open source) como o que estou a utilizar para escrever este texto.

É desse software, com o qual convivo praticamente diariamente que vos falo.

É o eyeOS, que, segundo se pode ler na Wikipédia é:

“um sistema online para escritórios, de código aberto, gratuito e multi-plataforma, baseado na área de trabalho de um sistema operacional. O pacote básico inclue uma estrutura completa de um sistema operacional e algumas aplicações de escritório, como um processador de texto, calendário, gerenciador de arquivos, programa mensageiro, navegador, calculadora, entre outros.

eyeOS provê um sistema de organização e trabalho completo, escalável e livre (licenciado sobre a licença GPL). Há também um site na Internet paralelo ao projeto que provê aplicações externas para o eyeOS, chamado eyeApps.

EyeOS é um projeto que iniciou com um pequeno time de programadores em Barcelona, na Espanha. Ele usa os poderes atuais do HTML, PHP, AJAX e JavaScript para disponibilizar um ambiente de área de trabalho dinâmico e com mobilidade. A diferença para outros ambientes de trabalho é que você inicia a sua área de trabalho e todos os aplicativos do eyeOS de dentro de um navegador de Internet. Você não precisa de nenhum programa instalado em seu computador além de um navegador que suporte PHP, AJAX, applets Java e Macromedia Flash (dependendo da aplicação que você for executar).”

A minha experiência com este software começou há já algum tempo, no início de Junho. Durante este tempo actualizei o software por duas vezes, sendo que neste momento utilizo a versão 1.1.0.1.

O ambiente de trabalho é interessante, trás 2 ícones, uma pequena barra verde com acesso a menu com configurações, o habitual Acerca, lançamento de aplicações e fecho da sessão. Temos também um outro menu dropdown com atalhos para as aplicações. Todas as aplicações abertas ficam no fundo do ecrã numa espécie de taskbar, de forma a possamos alternar entre elas. No canto inferior direito temos o também habitual relógio com o seu acesso ao colendário.

Todas os ícones são móveis, bem como as janelas, sendo que também podemos alterar o tamanho destas

Entre as aplicações fornecidas no eyeOS temos:

  • editLink – Para editar os link;
  • eyeCalc – Uma calculadora básica;
  • eyeCalendar – Aplicação de calendário;
  • eyeChess – Jogo de Xadrez;
  • eyeContacts – Um gestor de contactos;
  • eyeDocs – Um processador de texto comcapacidade para exportar documentos no formato do Word;
  • eyeFiles – Ferramenta de gestão de ficheiros com capacidade para fazer Upload, Download, Download como ficheiro Zip, Copiar, Colar…;
  • eyeGroups – Ferramenta de gestão de grupos;
  • eyeInstaller – Aplicação para instalar eyePackages, pacotes individuais para o sistema;
  • eyeMp3 – Leitor de Mp3;
  • eyeNav – Web Browser;
  • eyeNotes – Editor de texto;
  • eyeProcess – Aplicação de gestão dos processos;
  • eyeRSS – Leitor de feeds RSS;
  • eyeSoft – Sistema de importação de software com o repositório oficial do eyeOS pré-definido;
  • eyeTrash – Reciclagem;
  • eyeZip – Aplicação para descompactar ficheiros compactados que tenham sido enviados para o sistema.

Screenshots:




Além do eyeOS existem outros projectos como:

Irritação

Eles estavam juntos há quatro meses. Tanta felicidade, sempre felizes para trás e para a frente. Até ao dia em que se irritaram. Por incrível que pareça irritaram-se por uma ninharia. saíam do café onde passaram mais uma divertida tarde e o azar bateu na porta. Ela já chateada poruqe ele ia sair de noite, ele meteu nojo, irritaram-se um com o outro. Ele saiu disparado, ao contrário do habitual ultrapassou-a e perdeu-a de vista. Ia bater numa rotunda… Sim, porque isto de se conduzir irritado é perigos, parece mesmo que se está embriagado pois fica-se com um pouco de visão em túnel.Chegado a casa ele sai, irritado (como seria de esperar!), e quase bate com a porta no carro ao lado. Senta-se no pouff e chora. Sim, ele chora. Irritou-se com o seu amor. Com quem o faz feliz. A sua mais-que-tudo. Grande idiota!

O pior é que nenhum consegue deter o seu orgulho e pedir desculpa pois as acções do passado assombram e tornam tudo ainda pior.

É assim que as coisas correm…

PS: Note-se que devido ao facto de ele ser, obviamente, homem, se torna, automaticamente, culpado por tudo.

Ensemble Vocal de Freamunde

É já a terceira vez que assisto a um concerto deles e continuam a surpreender-me com as suas interpretações.

Desta vez, após o concerto no Mosteiro de S. Pedro de Cete (Cete, Paredes), decidi-me a blogar sobre o grupo.

Desde o momento em que saí de casa que vinha a pensar numa das suas músicas – Siyahamba – e, no final do concerto, que tal como no realizado no Mosteiro de Ferreira (Ferreira, Paços de Ferreira), também contou com um repertório de música sacra, fomos brindados e maravilhados com a interpretação e coreografia desta música tradicional Zulu.

Ensemble Vocal de Freamunde

Actualmente com 21 elementos, o Ensemble Vocal de Freamunde é resultado da iniciativa da Associação Artes e Letras de Freamunde, visando a concretização de um anseio antigo.

Os primeiros ensaios tiveram lugar em Outubro de 2004, tendo a estreia em concerto acontecido na capela de S. Francisco, Freamunde, em Janeiro de 2005.

Foram, desde então, várias solicitações para actuações. Ainda que com repertório variado, o Ensemble dá maior ênfase ao género musical Folk.

Embora com uma ainda curta existência, do currículo do Ensemble, para além das diversas actuações em Portugal Continental destacam-se as participações no Festival de Tui – Espanha (Janeiro de 2006); Festival Internacional de Música para Jovens – V. N. Gaia (Abril 2006); Festival internacional de Coros de Alta Pusteria – Itália (Junho de 2006) e Festival Internacional de Coros Preveza – Grécia (Julho 2006), logrando obter uma medalha de bronze no concurso de Música Sacra, integrado no mesmo festival.

Dirigido pelo maestro Sílvio Cortez, desde a sua fundação, o Ensemble apresenta o seu primeiro CD, tentando, assim, alargar o seu público e projectar a sua mensagem de alegria e juventude.

in booklet do CD (Murmúrios)

Alinhamento do CD (Que está à venda por 10€, se quiserem, contactem-me):

  1. Acordai – F. Lopes Graça
  2. Trai Trai – Manuel Faria
  3. Eu Sei Que Eu Vou Te Amar – Tom Jobim/Vinicius de Moraes
  4. Siyahamba – Tradicional Zulu (Sul de África)
  5. Thula Thula – Tradicional Zulu
  6. Bullerengue – José António Rincón
  7. Se Puede – Eduardo Correa
  8. Regina Coeli – D. Pedro de Cristo
  9. Ubi Caritas – M. Duruflé
  10. Avé Maria – Pedro Villaroig

Para saber mais sobre este grupo, visitem o seu blog: http://www.ensemblevocal.blogspot.com/
PS: Comprem o CD. É lindo!

Transformers

É um filme que me traz memórias da minha infância, quando ligava para a actual RTP e assistia com o meu irmão a mais um episódio desta série de culto e via os Autobots do Optimus Prime a darem uma coça aos Decepticons do Megatron.

Na altura os Transformers eram diferentes mas o capitalismo tinha que entrar em força no filme, neste caso, através de um contrato com a GM. Mas hoje em dia isso é prática corrente no cinema e mesmo mudando o visual, não o desvirtuou, apenas o modernizou.

Não me atraiu muito o facto de que os Transformers se possam transformar no objecto que querem. É, no mínimo, estranho ver o Frenzy, que era um rádio com leitor de cd, a transformar-se num telemóvel, ou mesmo o Bumblebee a mudar de Camaro em “4ª mão” para o mais recente modelo.

De qualquer forma, o filme está estupendo. A nível visual delicia os olhos, a nível de acção corta-nos o fôlego pois é acção do princípio ao fim, a nível de história peca um pouco pois vai buscar a velha ideia da agência governamental americana que ninguém conhece e guarda 1 segredo que pode mudar o rumo do mundo. O pormenor de ter sido através de engenharia reversa ao Megatron que se criaram os chips entre outras coisas é descabido, pois para fazer engenharia reversa num mecanismo tão evoluído como o líder dos Decepticons seria necessário equipamento altamente avançado que, sem processadores, não seria possível criar.

O filme trás algumas piadas, como a do Sam Witwicky a tentar vender os pertences do tetravô durante uma apresentação ou mesmo quanto a Mickaela obrigou o agente Simmons a tirar a roupa (as vestes interiores do homem eram desnecessárias), algumas das cenas do Frenzy também pareceram estúpidas, principalmente a cena no Air Force One em que ele passeia pelo deck sem que ninguém o veja.

Apesar destas pequenas falhas, o filme é soberbo, sem dúvida o blockbuster do verão, talvez mesmo do ano, pois mete o Spiderman 3 e as suas palhaçadas musicais no bolso.

Este estranho regresso à infância/adolescência de muita gente da faixa 20-35 anos é, em suma, uma opção para 144 minutos bem passados num cinema.

Acção quase non stop. Excelente visual. História decente.

Aconselho vivamente!

Quiz

Pois é, estava a ler o PlanetGeek e deparei-me com 2 desafios a responder a questionários. o 1º é acerca do vício de blogar. O segundo é qual a linguagem de programação “que sou”.

Em suma, cá vão os resultados:
75%How Addicted to Blogging Are You?

e

Será que isto é bom ou é mau?

Petrogal

Esta foi uma visita de estudo que tinha todos os ingredientes para ser explosiva… Isto é, olhando bem até foi.

Fomos para lá pela A42, seguindo as indicações de dois colegas, já que o motorista desconhecia o caminho. Contudo, lá chegamo, com um pequeno atraso, pois chegamos às 15h00 quando estava previsto 14h30, mas correu bastante bem.

Chegados à refinaria fomos  encaminhados para o edifício administrativo para a habitual apresentação da empresa. Vimos um filme e, seguidamente, começou uma apresentação com uma Eng. Ambiental aparentemente muito simpática.

A dada altura o alarme dispara, ela pára a apresentação (que até nem estava a correr muito bem, pois ela não era muito boa a fazê-lo), diz que aconteceu alguma coisa e sai da sala. Um colega meu entra em pânico e sai também. Não que fosse longe porque, como explicou apresentadora quando voltou, o edifício era selado quando o alarme tocava. Mas não havia motivos para preocupações porque os carros dos directores ainda ali estava e, abrindo a cortina viam-se uns poucos Renault Clio brancos alinhados. Ela usa o telefone para saber o que se passava, diz-nos que houve 1 incidente na Fábrica de Óleos Base. Estava ela a acalmar o pessoal quando se começa a ouvir passos em corrida. Espreita-se pelas cortinas e eram os senhores directores a ir para os carros.

Vários deles saíram e ouvia-se ao fundo bastantes sereias dos bombeiros A apresentação ficou em claro stand-by, não havia condições para continuar pois uns estavam com medo, outros, pura curiosidade…

A dada altura ouve-se um ruído de aeronave com rotor, não sei se helicóptero ou avião e instantes depois o alarme toca novamente para indicar que o perigo tinha passado. Nesta altura uma senhora vem ter connosco e diz-nos que não poderá haver visita, não por haver perigo, mas sim porque a equipa de segurança e os bombeiros estavam a proceder a limpezas e não poderiamos lá passar.

A Eng. retomou a apresentação, embora de quando em vez se falasse no sucedido. Nas questões, no final, as perguntas recairam sobre o incidente.

Ofereceram-nos os brindes habituais, no caso, uma esferográfica e um livrinho, e toca a ir embora. Por esta altura já passava das 17h00.

Na saída ainda vi carros de bombeiros a passar em direcção ao incidente.

Da apresentação ficaram bastantes gaffes como por exemplo:

“O custo da Estação de Tratamento foi de 9.237 Euros” quando o valor apresentado era 9.237 mil. Euros.

“A mono-bóia situa-se a 3m da costa de forma a permitir os navios carregarem quando o mar está bravo” no final lá corrigiu para 3km.

“O sistema de análises está ligado por cabos eléctricos ao nosso computador” – a pièce de résistance da apresentação.

Panorâmica da Petrogal

Filme fantástico

Estava a ver o PlanetGeek e quando dou por mim entro no blog do Bruno Júlio e encontro este vídeo

Digam lá que não é fantástico…

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