Daily stories

A vida de um agente multifacetado

Batatas

Estava uma rapariga numa morgue a chorar quando chega outra senhora que pergunta:
– “Morreu-lhe alguém?”
E a rapariga diz que foi o pai. Então a mulher pergunta como foi e ela responde:
– “Tuberculose.”
– “E como a contraiu?”
– “Caiu-lhe um saco de batatas em cima.”

Estava a anhar…
Na realidade este fim de semana foi aborrecido e hoje não tenho aulas. Pelo menos vou ter treino e Tae Kwon Do mais logo.

Não posso esquecer de amanhã ver os Coldfit na TVI pelas 11h. (Vou ver TVI! Tou cheio de medo!)

Hoje a Carolina Salgado foi ao tribunal de Gondomar. Chegou no seu SUV BMW e não encontrou estacionamento então o que fez? Foi a uma esquadra e deixou lá o seu veículo, indo para o tribunal num carro da polícia. Depois voltou a ir com eles até ao seu SUV e, espante-se os jornalistas acompanharam-na a pé… É que a esquadra ficava a cerca de 100m do tribunal.
Esta mulher é fantástica! Conseguiu, no espaço de 2 anos tornar-se numa amiga dos 6 milhões de benfiquistas, quando começou por ser alcunhada por estes de “Puta”. Esta que chamava de “Orelhas” ao presidente do S.L.B., esta que mostrava o dedo do meio quando se encontrava ladeada pelos Super Dragões, num jogo do F.C.P. frente ao clube da águia.

Parafraseando a Teresinha: “Há coisas fantásticas, não há? “

Mais patches vindos de Redmond…

A Microsoft Lançou uma série de patches para os seus produtos. A gravidade mais baixa para estes patches é de Importante (o outro nível presente é Critico). Aparentemente já se começa a tornar hábito chegar a esta altura do ano e encontrar estes patches.

MS06-072: Cumulative Security Update for Internet Explorer (925454)
KB Number: 925454
Severity: Critical

MS06-073: Vulnerability in Visual Studio 2005 Could Allow Remote Code Execution (925674)
KB Number: 925674
Severity: Critical

MS06-074: Vulnerability in SNMP Could Allow Remote Code Execution (926247)
KB Number: 926247
Severity: Important

MS06-075: Vulnerability in Windows Could Allow Elevation of Privilege (926255)
KB Number: 926255
Severity: Important

MS06-076: Cumulative Security Update for Outlook Express (923694)
KB Number: 923694
Severity: Important

MS06-077: Vulnerability in Remote Installation Service Could Allow Remote Code Execution (926121)
KB Number: 926121
Severity: Important

MS06-078: Vulnerability in Windows Media Format Could Allow Remote Code Execution (923689)
KB Number: 923689
Severity: Critical

Sinto-me bem. Estou a usar Ubuntu. O Adept apresenta-me os upgrades que possa ter que fazer, mas não me chateia. Posso deixá-los para outra altura e, no final, não reinicia a máquina. Isto é interessante.

Tenho um desktop KDE (ou FluxBox, se estiver numa maré de minimalismo) que me dá tudo o que preciso. Tenho montes de ferramentas. Posso jogar alguns jogos, que não sendo tão evoluídos como o F1 Challenge ou o Need For Speed, são tão ou mais viciantes e intuitivos. Como exemplos dou o Frozen Bubble, um clone do Puzzle Bubble, ou a conversão total do Transport Tycoon, o Open TTD.
Ultimamente tenho tido alguns problemas de som com o Alsa, mas o OSS está a substituir bem e continuo a ouvir música no xmms.

Tenho o Firefox 2.0, tal como quando estou em Windows (dual boot, sendo que o primary é Ubuntu), assim como o aMSN e o XChat2.

Tirando o problema de som e um crash que provoquei ao KDE não tenho nada a apontar. Não tenho um uptime maior devido apenas a algumas falhas de energia.

Noutro dia lia no Gildot que o o Linux estava a morrer nos desktops. Não acredito que assim seja. Pode estar a manter-se mas quanto mais a Microsoft fechar as portas à pirataria e manter os seus produtos caros mais pessoas vão abrir os olhos e ver as opções existentes: GNU/Linux e Mac. Destes dois, acredito mais no GNU/Linux, pois o no Mac paga-se pelo look do objecto e não tanto pelo produto em si. E isso, para mim, é fútil. Prefiro algo funcional a que seja apenas bonito e cheio de problemas.

(Outro post hoje?)

Coisas

Passam agora dois dias da minha última crise nervosa de enxaqueca. Estou bem, embora por vezes tenha notado algumas dores ligeiras. Ainda esta semana vou fazer uma Tomografia Axial Computorizada (TAC) ao encéfalo e um electroencefalograma (EEG), bem como as costumeiras análises ao sangue.

Os picos de stress são os principais causadores destas crises, mas ainda assim o facto de ter as enxaquecas sempre no mesmo lado, daí o TAC e o EEG, para ver se há “algo” mais. De qualquer forma, não me preocupa muito o resultado. Por enquanto ando a tomar um “vasodilatador cerebral e/ou periférico”.

Dia de compras de natal. Filas de trânsito, filas nas caixas, filas em todo o lado.

É horrível quando tanta gente anda na rua ao mesmo tempo. Sinto-me tão pequeno e insignificante porém muito intimidado em locais assim
. É difícil de sermos diferentes. Tendemos a tornar-nos em réplicas dos outros, em seguir o caminho e os passos da pessoa da frente. É quase como se estivéssemos numa linha de montagem ou fôssemos soldadinhos de chumbo.

Já tenho carta de condução… Ou melhor… Estou à espera que chegue.

Confissão

Odeio-te profundamente.

Odeio a forma superior como tratas os outros, a forma como sobes num pedestal invisível e consegues ser maior do que eu.

Odeio a tua voz esganiçada.

Odeio o teu riso estúpido.

Odeio a tua presença.

Odeio a forma como desprezas os outros.

Odeio o teu olhar.

Odeio a tua falta de educação.

Odeio-te profundamente.

Admiro-te.

Sim… Admiro a forma como lideras os outros, como os cegas com a tua imaginação e desprezo.

Admiro a forma como os convences de que o preto é na realidade azul.

És um estupor.

Mau dia…

18102006 P234/425

Tenho andado a escrever há bastante tempo mas não tenho tido paciência alguma para publicar e os posts têm ficado a meio.

Hoje É um bom dia para publicar algo. Cheguei à pouco da minha segunda aula de condução, que correu bem, felizmente. Estou agora na escola, por preguiça de ir para casa e depois voltar para cá. Assim facilita tudo excepto, talvez, o facto de estar a passar uma grande seca. Enfim… Nem tudo são rosas, logo, ha sempre contrariedades.

Acabei de ligar para a minha mãe, está com o meu pai no Hospital para fazer um exame, saíram de casa ainda antes de mim. Nem 8h eram. Isto de ir ao hospital tem o que se lhe diga. Têm sempre tanta gente lá que para a mínima coisa como suturar uma ferida ou receitar um medicamento para a gripe se demora uma eternidade.

 

Mas não é sobre hospitais que escrevo hoje. É sobre a vida. Essa maravilha que foi gerada e se tem mantido até agora, ora com algumas dificuldades, ora sem estas. Mas tem sido gerida com algum rigor, pensando mais para a frente do que para trás, pois de nada vale pensar no que aconteceu. “O que está feito, feito está.” – diz o ditado. Mas por outro lado, pensar no futuro porquê? “O que será, será!” – diz outro ditado. De qualquer forma,pelos vistos não se deve pensar na vida, pois o carpe diem diz-me para viver cada momento.

Mas existe alguém que não pense no que se passa? Existe alguém tão irracional que apenas vive o momento? É demasiado estranho que isso possa ser possível, pelo menos para mim, pois eu não consigo.

Penso bastante no que se passa actualmente e um pouco no futuro, penso nas palavras e acções de ontem, de anteontem, de há algum tempo atrás mesmo. Por vezes penso por que razão aconteceram certas coisas no passado, mas não chego a um consenso.

Hoje penso bastante.

Agora penso em ti. Tenho saudades tuas. A sério que tenho, podes até nem acreditar como aconteceu quando nos deixamos de falar, mas sim, é verdade. O mundo já deu milhares de voltas e mesmo assim não esqueço a nossa amizade, os nossos momentos divertidos e, como é óobvio, também não esqueço os maus momentos. Será que hoje poderiamos fazer algo para recuperar esta amizade perdida?

Hoje vi uma grande amiga, conhecemo-nos desde o infantário, estudamos juntos até ao 9º ano, no 10º cada qual seguiu o seu rumo, mas voltamos a estar juntos numa sala no 12º para ter aulas de física. Até a faculdade que frequentamos foi a mesma. Cursos diferentes e pólos diferentes, mas não era longe. Eu em Braga, tu em Guimarães. Vi-te, devias estar a ir para o trabalho. Tás diferente, nem me deves ter reconhecido, pois já passou bastante tempo desde a última vez que falamos. Ainda assim foi bom ver uma cara tão familiar.

Mas hoje em dia penso muito mais em ti, pois é. E é tão natural eu o fazer. Sabes o quanto me preocupo contigo, o quanto gosto de ti. Definho. Tenho tantas saudades tuas. O que vale é que mantemos o contacto durante o dia, todos os dias e sei que em breve nos vamos encontrar e matar todas as saudades que temos, mas, até lá, definho. Sinto a tua falta, da tua meiguice, do meu carinho, do teu sorriso, de te fazer rir, de te abraçar. Sinto falta dos teus doces lábios.

Quero passear contigo, dar-te a mão na rua, levar-te a jantar, ajudar-te a escolher aquela carteira para combinar com aquela camisola que combina com aquelas calças que, por sua vez combina com os sapatos que compraste sei lá bem onde. Quero estar ao teu lado, sempre que precisares, sempre que eu precisar de ti. Acima de tudo, quero conhecer-te o melhor possível e mostrar a tudo e todos o quanto gosto de ti.

Faz dias que não te vejo, que não te sinto. Não… Eu sinto-te, ainda sinto o teu abraço, os teus lábios, o teu perfume, e é o facto de saber que vou voltar a sentir que me faz sorrir, que me dá alento para aguentar esta minha passagem pela vida.

 

A vida.

 

Volto ao tema. Não que o tenha deixado algures, mas trato-o mais objectivamente, sem medos, sem motivo para sofrer. A vida não é mais do que uma passagem, mas é longa, na maioria da vezes, curta, por vezes, infelizmente. Mas é vida. E esta não deve ser negada. Há que ser racional e pensar duas vezes antes de gerar uma, há que ponderar se realemente é a hora. Eu não tenho, neste momento, coragem para ajudar na concepção de uma vida. Não que fosse mau, ou que esteja em dificuldades. É, para mim, uma questão moral. Não daquelas questões morais religiosas, mas eu não tenho moral para colocar uma criança neste mundo que tanto detesto. Este mundo cheio de problemas. Não me parece certo que se crie uma criança com medo de sair à rua porque pode haver uma explosão, porque pode haver uma bala a ricochetear, porque pode ser atropelada. Mas há outros motivos por detrás da minha escolha. Olhem para o céu, para as plantas ou animais. Olhem para a Natureza. Está triste. Estamos a matá-la a cada dia com as nossas ameaças. E não é apenas aquela poluição que toda a gente critica e nada faz. Temos a poluição sonora, que consegue ser tão ou mesmo mais grave. Temos também a poluição visual pois, milhares de outdoors e placas anunciam produtos que, muitos deles, nem pensei existirem. Temos a televisão a dar esses mesmos anúncios e a propagandear produtos durante os seus programas. Vai desde colchões a automóveis, de aspirinas a cremes reparadores, de férias em Espanha a um ralador de queijo.

Necessitaremos mesmo de tudo isso?

Pandas

Um jardim zoológico com alojamento para pandas gigantes gasta, anualmente, cerca de 2,1 milhões de euros, sendo que 800 mil são enviados para a china, para protecção dos pandas e do habitat que ainda exite. Estes fundos são usados pelos chineses para recuperar as florestas de bambu, para sensibilizar as populações que moram em zona protegida.

Os pandas gigantes, dado serem uma espécie ameaçada de extinção não podem ser vendidos ou transaccionados de outra forma por razões estritamente comerciais e a Lei sobre Espécies Ameaçadas de Extinção do Departamento de Pesca e Vida Selvagem dos EUA diz ainda que se for emitida uma licença para autorizar um zoológico a importar um exemplar de espécie ameaçada, a importação deve conduzir a uma melhoria da sobrevivência da espécie.

Os pandas atraem uma multidão nos zoológicos, sendo mesmo, provavelmente o animal mais visitado e acarinhado. Mesmo assim, as pessoas, durante muitos anos não havia preocupação com estes, sendo que hoje isso inverteu-se. Não há outro animal por quem se dispenda tanto dinheiro. A razão é por estes serem indefesos e… Fofos. Toda a gente gosta de pandas!

Mudando de tema, mas mantendo a seriedade.

Mais uma vez o Homem volta a entrar em guerra. Aidna há bem pouco tempo tivemos a guerra no Iraque (que ainda nos trás, quase diariamente, sequelas, quer em forma de atentados, quer em forma de escândalos militares), agora temos o conflito Israelo-Libanês (na realidade deveria ser Israelo-Hezbollahês, visto o exército libanês se manter fora do confronto) que continua a massacrar o médio-oriente. Os israelitas atacam com toda a sua força aérea e meio terrestres e navais o Hezballah, que, por sua vez, responde a Israel com rockets às dezenas. No meio de tudo, ficam os inocentes que morrem, também, às dezenas. Há dias um ataque israelita feriu e matou dezenas de pessoas, na resposta o Hezballah enviou perto de duzentos rockets Katyusha.

Os incêndios estão de novo a fustigar as florestas portuguesas.

Há pouco, na televisão, estava uma senhora da Protecção Civil de Paredes a dizer que os proprietários não limpam as matas. A ser verdade, o que é muito plausível, essses senhores deveriam ser punidos. Não limpam as matas, estas ardem e depois viram-se para o governo porque perderam tudo? Nessa altura o governo deveria, simplesmente, processá-los por não terem feito o seu dever cívico, caso essa situação tivesse sido provada.

Acabou o sonho

Na realidade ele terminou naquele penálti frente à França executado pelo Zidane e que o Ricardo tanto se esforçou para defender, mas simplemente não conseguiu. Mas hoje foi o regresso, depois duma pouco convincente actuação frente a uma Alemanha forte e decidida a mostrar ao seu país, organizador do mundial, que era capaz de ficar no pódio, para diinuir a sua tristeza.

Eles chegaram, os nosso galácticos de supermercado, um grupo coeso, que afinal a FIFA considera ser uma selecção exemplar, dotada de grande fair play. Sim, isso mesmo, tal como Sven-Goran Eriksson afirmou em entrevista a FIFA também o pensa, apesar de ser a selecção mais admoestada do mundial, de ser a se
r a selecção com mais mergulhadores. Mas no final de contas é a selecção que devolve a bola ao adversário, que pára o jogo quando há alguém estendido no chão.

Portugal teve a desvantagem de ser uma selecção de um país pequeno, com pouco poder no mundo. Se assim não fosse, não teriam acontecido situações estúpidas nem decisões idiotas pois o futebol é dominado por políticas e quem é + forte vence. Uma selecção + fraca apenas pode vencer se realmente for excepcional.

Entretanto no aeroporto estavam algumas centenas de pessoas à espera, os bombeiros do aeroporto tinham uma surpresa preparada e foi ver o avião passar debaixo de uma chuva de jactos tricolores, verde, vermelho e amarelo, simbolizando a bandeira nacional. O povo gritava pelos jogadores, cartazes de apoio eram exibidos. Um grupo de motards acompanhou a viagem da selecção até ao Jamor, onde alguns milhares os esperavam. Foi um gesto bonito por uma selecção que jogou bonito e que, apesar de alguns erros, deu o que tinha e o que não tinha para ir o mais longe possível, derrotando selecções como a Holanda ou a Inglaterra.

Todo este esforço foi em vão, visto todo o espectáculo ter sido adaptado às circunstâncias da necessidade de alguns senhores se manterem, nem qu epara isso se tranforme a própria FIFA numa entidade odiada. De qualquer forma, odiada ou adorada, a FIFA vai continuar com a faca e o queijo na mão, pelo que tudo o que se disser, ou fizer contra esta vai ser simplesmente esquecido em pouco tempo. Em breve começa até o apuramento para o UEFA Euro 2008 e lá vêm as picardias futebolísticas novamente.

Em tudo isto, tenho pena do Cristiano Ronaldo, um génio, actualmente é odiado pelos adeptos ingleses, que esquecem que o jogo é entre selecções e não individualidades. O rapaz tem mesmo muito jeito para a bola e já o provou quando passou a fazer pare das fileiras do Manchester United. Agora, após alguns mergulhos, vários deles em falta, é vaiado sempre que toca na bola. Mas é bonito de se ver… Já para não falar do menino Heitinga que, mostrando uma grande conduta fair play, após uma paragem de jogo que, de forma claramente grosseira, beneficiou a Holanda, pois Portugal estava a encetar um rápido contra-ataque e já se encontrava uma peça da nossa selecção em direcção à baliza com o esférico a rolar na sua frente, decide não devolver a bola e iniciar um ataque. Este foi prontamente destuído por um indignado Deco que se sujeitou a um cartão amarelo, defendo o país que o acolheu e dando o que pôde para evitar esta jogada.

O futebol já foi lindo. Já foi um espectáculo, hoje em dia é uma passagem de poderes. Serve apenas para mostrar que os pequenos vão continuar sempre a ser pequenos e os grandes… cada vez maiores.

Vejam o exemplo do grande Zidane, um monstro do futebol, melhor jogador do mundo em 1998, 2000 e 2002. Melhor jogador do mundial 2006. Ele tinha tudo para ter a taça nas mãos e o que faz? Deixa-se provocar por Materazzi e o resto foi o que se viu. Uma brutal cabeçada no italiano e deitou por terra tudo o que lutou para conquistar. Termina desta forma a sua carreira, de uma forma estúpida. Mas, ou ele não fosse francês e, por conseguinte, um dos grandes, a FIFA está a tentar limpar-lhe a honra ocm a historinha da provocação. Todos os jogos há provocações por parte dos jogadores, não é justo que agora crucifiquem o Materazzi por causa disto, principalmente quando, aparentemente ,existe um video de Zidane a ofender o árbitro.

O futebol é e sempre será um jogo de meninos, deixem-nos jogar em paz…

Tempo

A falta dele, mais concretamente…

A falta de tempo atormenta o comum dos mortais, há sempre a necessidade de fazer algo à última da hora e acaba-se sempre por dizer a velha expressão “Ah! Se os dias fossem maiores…”. Mas não podemos ir por aí! Se os dias fossem maiores iriamos pedir por outro aumento e por fim teriamos dias tão grande quanto anos e mesmo assim não teriamos tempo para tudo.

No fundo, para quê aumentar os dias? Eles são como são porque é asism que devem ser. Porque devemos questionar este desígnio (de Deus, de Allah ou de lá quem for ou não for)? É de uma irrelevência extrema todo este pensamento. Não há forma de aumentar os dias, a não ser que a Terra mude de órbita ou que mudemos para outro planeta, quem sabe Júpiter, mas isso não era bom. Estamos desenhados para seguir este ritmo, não iriamos aguentar outro tão diferenciado.

Defendo que os dias tenham 24 horas e que as vivamos todas, segundo por segundo.

Foda-se

FODA-SE!

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Dias

Os dias passam, passam fugazes, trazendo novidades, descobertas nunca antes imaginadas, mudanças, coisas melhores, coisas piores… Trazem tudo o que se quer e o que não se quer. Ora coisas boas, ora coisas más…

Ultimamente as más têm aparecido com mais facilidade (porque será?). Mas, sinceramente, poucas dessas coisas me têm afectado. Talvez por já estar habituado, não sei…

Mas hoje fiquei a saber algumas coisas que me custam muito, tanto a acreditar que aconteceram, como a perceber quem as fez. Mas sabes? Já não é a primeira vez que me deixas assim, nem será a última de certeza, mas sempre que o fazes, magoas-me e acredita que há-de chegar o dia em que eu desapareço… Read more

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