Daily stories

A vida de um agente multifacetado

06-05-2006

Andava eu a ler os blogues do costume quando me deparo com um post espantoso no blog do Jark, o qual cito:

Linux: A threat to our computers. “I’m talking about a project called ‘Linux’, something you may not have encountered, but might do some day. It’s a computer program that was initially developed in Finland as a means of circumventing valuable copyrights and patents owned by an American company called SCO Group.” This is the most laughable explanation about Linux and its history that I have ever read!

Decidi ir ver o link e, tanto o post da senhora Shelley como todo o seu blog é uma campanha publicitária perfeitamente demonstradora da ignorância existente na América actual. A senhora acusa tudo o que não é americano de lhes tentar destruir o país. Afirma que o Linux é uma porta para os invejosos hackers chineses e europeus atacarem os computadores, que o senhor Osama Bin Laden usa Linux porque este foi desenhado para contrafacção de DVD’s, entre outras barbaridades. Os outros posts são também um conjunto de anormalidades que aconselho a serem lidos, pelos menos pelo enorme conjunto de insanidades escritas.

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Degredo

Começo este post com uma conversa que ouvi nos gabinetes de provas da C&A no NorteShopping há 2 semanas (sim, porque eu também frequento estes sítios!):

– “Anda lá! Se não provares não levas…”

– “Eu sei!”

– “Vá vira lá o cú… Tá bom?”

– “Tá, tá bom…”

– “Não faz força!”

– “Não tou… Isto não aperta?”

– “Aperta.”

Bem, depois desta amostra de degredo conversacional, vamos à outra:

A série “Morangos Com Açúcar” teve que, abruptamente, remover um personagem, o “Dino“, pois o actor que representava o papel faleceu num acidente de viação (quero lá saber como foi, se foi excesso de velocidade, álcool ou tavam a brincar cas pilinhas durante a viagem!). Então estava eu a jantar na pizzaria quando reparo que está a dar a dita cuja e tá na altura em que a gaja larga a mota no meio de nenhures, no meio da estrada (sim, há gente que se lembra de fazer assim cenas). Depois corre, corre, corre, corre (por acaso até tinha uma maminhas mais ou menos ali a saltitar…), corre, corre e vê um balão e o balão tá meio-cheio, de repente já tá cheio e ela corre, corre, corre (onde é que já vi isto?), corre, corre e começa tudo em câmara lenta, enquanto ela abranda, choraminga, volta à velocidade normal, berra pelo “Dino“, diz que o ama e tal (coisas de gaja). O balão levanta e já vai bem alto, levando consigo, supostamente, o “Dino“. Nisto, aparece todo ou quase todo o elenco da série. Ah! e ele lança o seu chapéu de lá do alto, sendo que a mocita o apanha e põe na carola.

Agora, perguntam vocês, onde está o degredo nisto? Foi uma cena bonita… Uma boa homenagem ao mocito…

Agora, pergunto eu:

Qual foi a homenagem que fizeram às 15 pessoas que perderam a vida neste fim de semana?

In other news…

  • Tenho andado atarefado a construir queries SQL para o site Green Day Portugal, além de código PHP para algumas das suas páginas.
  • Andei a alterar o aspecto do blog e adicionei o K2. (ficou estupendo!)
  • Este fim de semana vamos assistir ao Grande Prémio da Europa em Fórmula Um, no Nurburgring.

Discussão

Ora um tema sério…

Uma discussão começa quando não há unanimidade num assunto. E é extremamente comum as pessoas se encontrarem nos mais diversos locais a discutir.

O acto de discutir não implica altos berros, selvajaria, violência… Basta uma calma argumentação de ambas as partes.

Mas quem, no seu perfeito juízo quer saber disso? Claramente nos dias que correm as coisas não se passam assim, não que eu saiba como terão sido as discussões no passado, se bem que deduzo que fossem muito similares às actuais.

De qualquer forma, meio mundo discute com meio mundo. E o que faz com que isto aconteça? Algo tão simples como aquele desejo atavístico de ter sempre razão. E é deveras interessante ver como alguém é capaz de distorcer a realidade para a ter! É interessante ver que certas pessoas conseguem fazê-lo de forma tão convincente que “vergam” o outro argumentador.

Ideia

Ela há cada uma…

E as pessoas têm a mania de que são as melhores ideias as suas! Ou porque são a forma mais fácil de fugir de um problema ou porque não se querem dar ao trabalho de o enfrentar, devido ao seu medo. Não há que pensar muito, apenas ser intuitivo. Ouvir o que os amigos têm a dizer e lembrar-se de que eles não existem apenas para rir, mas, também para chorar.

Nada é perfeito e com isso temos que viver, todos sofremos, mais cedo ou mais tarde, mas tomar decisões que vão magoar mais pessoas e, mais tarde, a nós, é algo que me ultrapassa. Não consigo mesmo conceber esse conceito de “Não gosto de ti, mas fodo contigo até determinado acontecimento”.

É perfeitamente desnecessário partir para estas situações. Há necessidade de abrir os olhos!

É preciso lutar pelo que se quer, não baixar os braços e seguir outra via.

Problemas

Após a migração de Service Provider, este blog passou a obter alguns erros na base de dados e na própria página de administração. Estive algum tempo a tentar resolver tudo isto e, após algum trabalho, cá está de volta.

Rica forma de regressar ao trabalho…

Por resolver:

  • Categorias;
  • links.

Páscoa

Tempo de reflexão.
Estive uns dias fora, quase que desligado do mundo. Foram dias interessantes, pude preguiçar, subir montes, sentar-me a beira do ribeiro e ouvi-lo a correr, fotografar… Sim, fotografar.
É um hobby como tantos outros, com o equipamento adequado é possível fazer maravilhas.
Gosto muito de aproveitar o momento, ripar a máquina e num movimento rápido fotografar o objectivo, sejam gatos a alimentar-se, cães a latir, pessoas a olhar, pássaros a passar… Uma nuvem que me atraiu mais do que as outras. Não disponho, ainda, do melhor equipamento para evoluir neste campo, possuo duas compact, uma digital (Sony DSC P-31 2.0MPixels) e uma de filme (Canon Canonet QL17), muito antiga, mas essas… Essas são as melhores! Tenho também o meu Nokia 6680 com a sua 1.3MPixels.
Aspiro a uma Canon EOS-1Ds Mark II com os seus 16.7MPixels e toda a qualidade que os fotógrafos profissionais almejam. Sabem que o Gerd Ludwig usa uma? Pois é… Reportagem do Richard Stone, com fotos do Gerd em Chernobyl (Ler National Geographic de Abril de 2006)
Sim, sou adepto da fotografia. Sim, sou adepto da National Geographic Society. Desde quando? Desde que me conheço. Sempre me deliciei frente ao ecrã de televisão a ver os pacientes senhores à espera que o leão se levantasse para dar um peido.
Quando comprei a revista deste mês, vários pensamentos me vieram à cabeça. Desde o habitual pesar pelas vítimas, todas elas, do acidente e, como não poderia deixar de ser, pensei na situação actualmente vivida neste cantinho à beira mar plantado. Será que devemos enveredar pela energia nuclear? Sim? Eu apoio a energia nuclear. Pensem bem nisso um pouco. França. Um país super desenvolvido (apesar dos seus problemas sociais), não depende de nenhum país para o seu consumo energético. As suas centrais nucleares geram cerca de 70% a 80% da energia necessária pelo país. Portugal é um país pequeno. Nao necessitamos de 103 reactores como os Estados Unidos, mas 3 seria um número muito bom. O custo destes será elevadíssimo argumentarão muitos. Eu contraponho como facto de as centrais americanas se encontrarem a gerir os custos. Ou seja, já se auto-pagaram. Menor dispêndio a nível energético não é uma mais-valia?
“Há o perigo, lembra-te de Chernobyl…”
Pois lembro… Assim como me “lembro” também do acidente em Ekofisk, no Mar do Norte, em 1977 em que se atingiu um débito diário de 3000t a 4000t diárias! Posso lembrar também o Exxon Valdéz e, mais recentemente, o Prestige!
Meus amigos, temos que deixar de ser velhos do Restelo e pensar nas próximas gerações. Vamos continuar a vergar-nos perante Espanha e França, comprando-lhes energia, ou vamos ser auto-suficientes? A energia nuclear é limpa, não produz dióxido ou monóxido de carbono. Citando Chris Hamilton na National Geographic do corrente mês, “Calvin Nolt (à esquerda) recebe mais radiações nocivas num dia de exposição ao sol do que num ano junto à central de Three Mile Island, onde restam duas torres de refrigeração ao serviço do único reactor activo. Em 1979, registou-se aqui o pior acidente nuclear dos EUA. Nunca mais foram construídas centrais nucleares no país.”
Existem 20 anos de time-leap desde o último acidente…

Passar do tempo

Como o tempo passa…

Olhamos para trás e cada dia parece que temos mais um ano atrás de nós.

Cada vez mais queixas, mais lamentações. Tudo de errado acontece e tem uma razão de ser. Não discutimos a razão, mas o facto de nos ter acontecido. Mas o facto não importa.

O jovem morreu atropelado. Ninguém quer saber se foi um carro que o atropelou, apenas se ficou muito maltratado. Todo o português (e outros habitantes de outros tantos países) têm a mania de correr para os acidentes, ficar a observar, lamentar, chorar, desmaiar, atrapalhar… Não podem seguir indiferentes? Nem mesmo fazendo toda esta estupidez, habitual deles, aprendem e pouco depois cometem o mesmo erro que o jovem cometeu quando atravessou a correr, sem olhar para o lado, fora da passadeira e foi atropelado por um carro que circulava dentro do limite de velocidade, mas que não viu o jovem porque foi tudo muito rápido.

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Fim de semana…

A pastar… Foi uma seca monumental. Tirando o facto de ter ido dar uma volta ao Norteshopping (sim, eu detesto ir a shoppings, mas desta feita tinha um bom motivo!) e comprado o meu novo telemóvel e massa térmica para pôr rapidamente no procesador, viso que ele não anda muito católico… O meu novo brinquedo é um Nokia 6680 e serve para muito mais do que simples chamadas telefónicas.

Voltando ao Norteshopping… Ver toda aquela decadente mole humana é um exercício penoso. As mães a correr atrás das crianças para as quais não têm pulso, os gunas a passear por lá à procura de uma vítima, os basofes com o raio da bolsa pendurada, o chapéu da moda e sei lá o que mais. Aqueles empertigados que lá vão de mão dada com uma gaja toda mal amanhada, como se tivesse acabado de sair da corte. E quando passam as pitas em manada? Normalmente 5,6 cabeças por cada pack, a ver os rabos dos gajos, todas tunnadas, com banhas laterais, rabo largo, calcinha de liga levis, ténis* tamanho 38 e aquele andar todo sedutor (pelo que dizem). Depois passa uma (pseudo) gótica toda pintada e vestida de negro, tirando aquela meia-calça** branca. Ia abraçada à (provavelmente) mãe (desnaturada), os seus olhos pareciam a ponta de um tubo encarvoado. Os lábios tavam tão negros que mais pareciam ter ardido no verão. Se calhar foi ela mesma, num momento emoRead more

6ª feira

Mais um dia que passou, cansativo, aborrecido.

O almoço foi divertido, com a Linda e o Quim a fazer a festa. Quando voltavamos para a escola lembramo-nos de comprar pipocas e fomos o caminho todo a comê-las. Chegados à escola ainda tinhamos quase metade do balde!

O momento do dia foi protagonizado pele Gena, que adiantou o relógio um dia mais cedo e foi para a escola sempre a abrir porque ia atrasada.

Ah… Nélia… Com que então agora andas a passear pelo Parque de Exposições… É sempre bom ter alguém que nos conhece bastante bem por lá. E fazes-me lembrar algumas coisas boas. (fim de nostalgia senão isto dava pano para mangas.)

Afinal a Sofia agora dá aulas na nº1. Encontrei-a lá e deu-me boleia para casa. A pobre da Marianinha é que tava toda envergonhada e deve ter passado uma decomunal seca visto que eu e a Sofia iamos a conversar sobre química orgânica e espectofotometria.

Para finalizar bem o dia discuti com a Ana e li aquele lindo e-mail da directora…

Voltando agora um pouco ao início do dia (in media res) a Bi disse que o teste lhe correu mal. Se eu pudesse dava-lhe explicações de inglês. Sim, porque eu quero que ela tenha boas notas… E depois assim podia chateá-la.

Continuo amuado com as minhas filhotas. Isto porque ontem vi a minha pequenina com o namorado e nem me viu. Mas eu liguei-lhe logo. Sou tão fofo, não sou? Oh si…

Green Day Portugal: Continuo à espera de material para evoluir o site. Ainda tenho que tratar a apresentação do Burguete sobre a banda, para a pôr no site.

Primeiro

Bem vindos ao meu weblog.

Hoje escrevo em português, assim como qualquer destes dias o posso fazer em inglês ou outra língua qualquer. É-me indiferente. Se vos aborrecer, sempre podem mudar para outro website.

Agora, recordo “a frase do dia” de ontem:

“Oh sugu, dá-me um Hugo…”, by Cristina @ aula de Processos Industriais.

Vamos lá dissecar a frase:

“dá-me um Hugo…” Ela quer um Hugo. Será? Sinceramente, não me parece, com o medo que tem de mim…

“Oh sugu” Ela chamou-me sugu… Ora, sugu é parónimo com Hugo… Quererá dizer algo? I don’t think so…

Bah!

Vou para aulas 😀

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