My world without you
Without you… What is left for me?
Without you… What is left for me without you?
Now that you left I feel there are a lot of thing that I should have said to you
Now that you left I’m feeling so incomplete in this world, without you..
My world without you… What is left for me?
Without you… What is left for me without you…
I would give it all just for just one more minute with you
I must know that my life has to go on without you
All I want, it’s that you could understand me, but that will be a doubt that I will carry for all my existence
But I know it’s better this way…at least I don’t have to see you suffer.
You are in my every dream
But I don’t know if I can do it
I can feel your strenght in my heart
Together we will make it
I just hope that someday we can finaly meet again
My World Without You – Twenty Inch Burial
Whatshername
Thought I ran into you down on the street
Then it turned out to only be a dreamI made a point to burn all of the photographs
She went away and then I took a different path
I remember the face, but I can’t recall the name
Now I wonder how Whatshername has beenSeems like she disappeared without a trace
Did she ever marry oh, WhatshisfaceI made a point to burn all of the photographs
She went away and then I took a different path
I remember the face, but I can’t recall the name
Now I wonder how Whatshername has beenRemember
Whatever
It seems like forever agoRemember
Whatever
It seems like forever agoAnd in the darkest night
If my memory serves me right
I’ll never turn back time
Forgetting you but not the time
Green Day – Whatshername (American Idiot)
Mitch Bacano e as Alforrecas Menstruadas
Já há muito que não ouvia estes senhores…
Nazaré
Férias com os amigos.
É pá, isto é fofo… Tirando as ondas que são fortes como tudo e a areia que faz parecer que andamos em cima de milho tá-se muito bem.
É claro que estas férias têm sido regadas com muita cerveja, caipirinha, vodka e tequila.
Tenho que descarregar as poucas fotos (não tou para andar com o tlm pa todo o lado) e obter as do pessoal. depois mostro (às poucas pessoas que cá passam anualmente)
Só cá faltas tu, a sério…
Speedo LZR swimsuit
Many have spoken against the use of this particular swimsuit. It gives athletes an advantage, it’s true, but isn’t it evolution? It’s a record breaking swimsuit indeed, but it’s meant for it.
But if this suit gives an advantage then it’s cheating.
Herein lies and interesting question. Are all the athletes able to use the Nasa + Speedo created, Portuguese made (at Petratex, Paços de Ferreira), LZR swimsuit?
The answer is simple.
Some swimmers have individual contracts with brands like Arena, Nike et al and some of the federations also have contracts, like Japan with local brands as Mizuno.
However, due to the improvement provided by the LZR some contracts have been changed, giving the athletes the opportunity to choose the swimsuit of their preference.
In that, athletes like Japan’s Kitajima will be using the high tech suit, but others won’t, like France’s Manaudou (who won three medals in the 2004 Athens Games) who is still going to use Arena.
In fact all athletes who wish to use this suit will be provided with it.
Quoting an article at http://swimming.teamusa.org/news/article/3182:
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“FINA approved the suits in agreement with the manufacturers and that’s the situation,” FINA executive director Cornel Marculescu told The Associated Press.
“The only thing we can say is that we have followed the rules and done everything we can do. Sometimes controversy helps get more publicity for a sport. But it’s still the athletes that have to do the swimming.”
Marculescu said all athletes at the games will have access to any suit they want.
“All the major manufacturers will have special rooms set up at the pool where they can keep their equipment,” Marculescu said. “They will be available to all of the athletes free of charge.”
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In Portugal few swimmers have used this suit. Diana Gomes was given one from some abroad relatives, Sara Oliveira received one from Speedo at Manchester after pressure from the Portuguese and US federations, since they wouldn’t give her one despite the fact that she has a contract with them.
Sara broke the national record without the suit and, in the next day, she did it again with the LZR.
However, the Portuguese athelete said that the suit wasn’t that good and it gave her a lot more confidence and some speed.
(I believe that she just didn’t train with it before, hence the felt lack of speed)
In my humble opinion, as a person, i believe that the improvement of suits is not “cheating” since it still depends on the swimmer. A bad swimmer won’t improve just by using a new high tech suit. The other brands have to adapt their suits with new technology.
We see this all the time in football (in shoes like the Adidas Predator, the Nike Total90 and Mercurial Vapor), tennis (with the lightweight carbon fiber rackets and new strings), athletics (the high tech running shoes) and no one points a finger to it.
As a swimming referee, i can only say that if it’s allowed by FINA, then it’s legal.
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Se quiser melhorar, contente-se em ser pensado como insensato e estúpido
Epiteto, 50-130 a.C.
Vi Veri Veniversum Vivus Vici
“Atrevo fazer tudo o que me possa tornar um Homem; Quem ousa fazer mais nada é.”
(Macbeth 1.7.47-48)
Ó vida malvada, trazes água no teu bico, sempre, sempre, sempre.
Ó vida aziaga, trazes dor, tanta quanta a que eu ouso sentir.
Ó vida maravilhosa, abre-me portas para o céu, deixa-me sair deste inferno, recuperar desta maleita que me faz jazer num canto, prostrado, quase inanimado.
A vida é dor, a vida é amor, a vida é tudo.
A morte é um silêncio que nos leva para longe de tudo.
Não desejo morrer. Desejo sim, descobrir o que há de bom nesta vida.
Ó Morte, volta para trás.
Aqui não passarás!
Não te quero perto, vai-te.
Segue na tua naviarra e não me leves, pois Joane eu sou, vivo da loucura e não pretendo entrar nesse zambuco.
Joane sou, pois em meus fazeres por malícia não errei. Não é errar amar. E eu amo-te, amo-te com todas as minhas forças, tal como amo a minha mãe, o meu pai, o meu irmão, a minha vizinha, o padeiro, o professor. Amo a vida e ela existe dentro de todos nós.
Deixa-te viver.
E eu? Um Joane, samicas alguém. Não faleci e já temo esse momento, temo a chegada às barcas, não por temer o Diabo, mas por temer lá te encontrar.
Perdoa. Vou ter que o fazer, mais cedo ou mais tarde e tu vais compreender. As minhas acções têm um motivo. Um motivo alheio a mim mesmo. Um motivo maior do que o universo.
* “Pelo poder da verdade, eu, enquanto viver, terei conquistado o universo.” – Aleister Crowley
Sorrisos
Adoro que as pessoas sorriam. Adoro vê-las felizes, nem que seja momentaneamente.
Ultimamente todas as minhas tentativas para fazer alguém sorrir têm dado merda. Não me falam mais, viram costas, desaparecem…
Será que vale a pena esforçar-me? Será que ainda vale a pena querer ver as pessoas a sorrir, de qualquer forma? Será que vale a pena?
NÃO!
De ora em diante não farei mais do que aquilo que realmente devo fazer.
Como se encontra alguém que não quer ser encontrado?
– Espera-se que mude de ideias…
– O que não vai acontecer…
– Definitivamente…
– E então?
– Deixa lá…
– Desistes?
– Nunca!
– Mas sabes que não vai acontecer…
– Sim, mas nunca vou desistir. Vou esperar. Tenho esperança que um dia haja brilho nos seus olhos e volte a sorrir. Pode ser que aí já se deixe encontrar. Vencer por cansaço já era. Tentas cansar e tornas-te chato, irritante, repetitivo, ainda que o faças sempre de forma diferente. Tudo vai dar ao mesmo. Maças as pessoas com a insistência. É preciso deixar que cada qual viva a sua vida de acordo com o que acha melhor para si. Tu apenas podes dar uma opinião, a tua opinião. Não podes forçar alguém a fazer algo que tu queiras ou a pensar como pretendes. Tens que explicar o teu ponto de vista e deixar a pessoa matutar. Se prefere manter o seu estilo, então assim será, não o podes impedir. A vida é democrática. Deixa viver.
– Mas…
– Não penses mais nisso. Eu estou seguro que algo vai mudar. As pessoas têm os seus momentos.
-Vai sonhando…
– E sonho. O sonho não paga imposto, o sonho comanda a vida, já dizia o poeta.
– Lá tá! O poeta. Mas ele não percebe patavina…
– O poeta sabe mais do que aparenta, vive a vida com cada palavra que escreve ou declama. O poeta sabe o que é sofrer, o que é amar, o que é ter algo de grandioso e o perder. O que é ter nada e de repente ter tudo o que precisa.
– Tás-te a passar!
– Nada disso. Tou a pensar com o coração…
A estupidez de um ser que talvez não o seja
Isto tudo começa com a minha vinda a este vil mundo, seguida das minhas deslocações por entre este, que, em conjunto com as minhas vivências me foram moldando e acabaram por me transformar neste ser pútrido, inolvidável, muito devido à sua capacidade de irritar as pessoas em menos de 3 segundos, as bombardear com os seus defeitos e raramente mostrar as suas [raras] virtudes.
Os últimos tempos têm sido profícuos em problemas, dúvidas, questões idiossincráticas, autocomiseração, autocrítica, autodestruição moral, definhamento.
Tudo gira em volta de mim mesmo, num egocentrismo gigantesco, incomparável, indescritível. Nada é deixado ao acaso neste deturpado narcisismo em que o personagem mergulhou. No entanto, qual Ícaro, a figura cai, não no mar, não na terra, mas sim num abismo de sentimento que nem o absinto faz desaparecer. Sentimentos que, volta não volta, ressurgem, fazendo com que o elemento da acção navegue desgovernado, sem qualquer rumo, sem motivo lógico sequer para continuar a sua jornada.
Os momentos de tensão aproximam-se e a figura ganha uma nova dimensão, mais taciturna, mais fechada. A sua misantropia evoluiu para o estado seguinte. A entropia toma conta do seu consciente e o desequilíbrio trepa, galopante, até ao seu máximo, tornando a complexidade deste inútil ser tão grande que não será capaz de se compreender.
Esta entidade teima em ter ideias, planear, mas nada consegue obter, sendo que quando age impulsivamente tudo corre pelo melhor, no entanto nada disso é o suficiente para o satisfazer minimamente.
O personagem tudo tenta para melhorar o mundo, mas falha compulsivamente. Nem para si, nem para ninguém esta figura serve, nem pela margem mínima. Tudo é irrelevante, todo o esforço, toda a dedicação.
Em suma, isto é um tudo ou um nada…