Oh, velhos tempos
Hoje recordo, com saudades, alguns grandes amigos que me acompanharam na Universidade do Minho.
Alexandra Mendes, João Ferreira, Alexandra Silva… Estas são apenas algumas das pessoas que fizeram a diferença e com as quais o contacto foi-se perdendo no tempo…
Tiago Ferreira, Otília Carvalho, Sara Fernandes, Patrícia Oliveira. Estes ainda mantenho contacto, alguns não tão frequentemente quanto gostaria, mas vamos trocando impressões.
Isto porquê? Porque em breve regresso a essa instituição, desta feita, não como aluno, mas sim, como estagiário. (Mais detalhes sobre esta aventura serão fornecidos em breve)
Apetece-me reunir todas estas pessoas * e outras mais, num grande jantar e fazer uma festa em sua honra.
Obrigado a todos por existirem…
(* tendo em conta que a Xana, a Alexandra e o João emigraram… É complicado…)
Redesign
Pois é, a minha equipa de design (o Hugo e o Miguel) decidiu meter as mãos no CSS do K2 e aumentar a área útil do blog, bem como alterar a imagem do header, colocando lá a nossa querida “Bichana” (embora ache que se deva mover a cabecita dela um pouco para o lado direito, mas ainda não houve paciência).
O aspecto visual também irá mudar e uma outra alteração prevista é a da página inicial.
Há, também, a hipótese de o blog migrar para http://www.arnax.org em vez de permanecer neste endereço. Vamos a ver como correm as modas.
Como sou um gajinho fixe e tal, agora vou ver “O Aviador” enquanto dobro meias… (alguém tem que o fazer pá!)
Já agora, como frase do dia, relembro a frase de um jornalista da SIC noutro dia, aquando da entrevista ao substituto de Alfredo Reinado:
Alfredo Reinado está morto e, portanto, já não fala…
Estiveste bem Pedro!
Edit: Como o dvd não estava a correr e não me apetece ligar o portátil, estou antes a (re)ver o “Donnie Darko”…
Advanced Technology by xkcd
Que o Randall Munroe é um génio já ninguém duvida, no entanto, a última tira do xkcd está fantástica e faz-me lembrar 1 célebre frase do U num jantar do MOOsaico: “Mulher é aquela coisa à volta da cona…”

FON pt.II
Pois é. Os routers já chegaram!
Era suposto terem chegado na segunda mas o Sr. da UPS ligou-me durante uma aula e não pude atender, no entanto, após conversa com ele, ficou acordado de, no dia seguinte a encomenda ser entregue na recepção do estabelecimento de ensino. Para tal, falei com a Sandrina, que foi uma querida e até tomou conta do meu telemóvel. (Sim, confio nela, mesmo sendo mulher!)
Mal me foi entregue o pacote, abri-o e testei na sala de estudo, com a Teresa. Foi mais do que simples! Só montar, ligar um cabo de rede e ligar o wireless no portátil. Após isso é preciso registar o router e, depois, posso usá-lo à vontade.
Como estava na escola, desliguei-o e, quando cheguei a casa, tratei de o montar. Já cá canta. Wireless em toda a casa e até no alpendre, churrasqueira e na lavandaria, embora já seja fraco o sinal.
Thank you FON 😉

…
S D A T
Mais honesto, é impossível…
Momentos
Supostamente já deveria saber controlar-me, no entanto, a cada dia que passa consigo elevar o meu nível máximo de masoquismo e de loucura, levando esta última a um extremo cada vez mais longínquo.
Contudo, isto tudo se deve a um facto deveras relevante e que me impede de conseguir manter a minha sanidade mental por mais do que alguns dias.
Escrevo, apago, volto a escrever, volto a apagar. Não envio, não publico, não submeto.
Depois chega o momento e que acho que o devo fazer e perco completamente as forças.
Aproxima-se um momento como qualquer outro e faço-o.
É a loucura, é a insensatez, é o sentido de oportunidade completamente desfasado da realidade!
E tudo por algo que não volta a acontecer…
Olha lá, que dizes a fazermos 10m de carro?
Laços…
– Sim laços – disse a raposa. – ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo.
(…)
– Tenho uma vida terrivelmente monótona. Eu, caço galinhas e os homens, caçam-me a mim. As galinhas são todas iguais umas às outras e os homens são todos iguais uns aos outros. Por isso, às vezes aborreço-me um bocado. Mas, se tu me prenderes a ti, a minha vida fica cheia de sol. Fico a conhecer uns passos diferentes de todos os outros passos. Os outros passos fazem-me fugir para debaixo da terra. Os teus hão-de chamar-me para fora da toca, como uma música. E depois, olha! Estás a ver, ali adiante, aqueles campos de trigo? Eu não como pão e, por isso, o trigo não me serve de nada. Os campos de trigo não me fazem lembrar de nada. E é uma triste coisa! Mas os teus cabelos são da cor do ouro. Então, quando eu estiver presa a ti vai ser maravilhoso! Como o trigo é dourado, há-de fazer-me lembrar de ti. E hei-de gostar do barulho do vento a bater no trigo…
A raposa calou-se e ficou a olhar durante muito tempo para o principezinho.
Por favor… Prende-me a ti!
Filha da puta!
Sim, FODA-SE!
Tudo o que pode ser dito é bem merecido!
E não é que com três, TRÊS -não uma,não duas, mas TRÊS! – impressoras em casa, não consigo usar uma convenientemente?
A minha, está sem tinteiros…
A do meu pai terminou o de cor…
A do meu irmão não dá pela rede, nem instalada no portátil…
FODA-SE!
edit (04:30):
Nada como converter os documentos para Word 97-2003, enviar para o pc do meu irmão e imprimir a partir deste…
No entanto, e para me dar mais cabo da cabeça, AGORA a impressora JÁ está acessível pela rede…
Enfim… TUDO CONTRA MIM :'(
(Desculpem o abuso do calão, estou furioso…)
Dilema
vírgula mas ou mas vírgula?
O caçador disparou, mas o pato escapou.
O caçador disparou mas, o pato escapou.
Alguém pode ajudar?
Sim
És…
Pelo menos é o que sinto…
Espanta-me só agora o teres percebido…