vírgula mas ou mas vírgula?
O caçador disparou, mas o pato escapou.
O caçador disparou mas, o pato escapou.
Alguém pode ajudar?
A vida de um agente multifacetado
vírgula mas ou mas vírgula?
O caçador disparou, mas o pato escapou.
O caçador disparou mas, o pato escapou.
Alguém pode ajudar?
E o FC Porto lá ganhou… Com um livre tirado da cartola, mas ganhou! Sinceramente, não compreendo como as regras do futebol conseguiram ficar tão estúpidas…
É preciso hoje em dia um árbitro ter a capacidade de distinguir um passe de um corte (coisa que o Sr. Pedro Proença falha redondamente), se toca primeiro na bola ou no jogador, se é carga de ombro ou não, se a cotovelada foi ou não intencional, se a mão foi à bola ou a bola à mão…
Como árbitro de natação sei que é complicado discernir algumas coisas, em movimentos tão rápidos é possível que surjam dúvidas e, segundo aprendi no curso, “em caso de dúvida não se prejudica o menino” (sábias palavras do Sr. Edgar Coelho).
Outra coisa que aprendi é que as regras são para cumprir e se olharmos bem para as ligas mais importantes da Europa, é isso que acontece. O nosso futebol tem mesmo que melhorar…
Estou a ver o FC Porto - Sporting CP e a pergunta que me vem à cabeça é:
“O que raio está o Quaresma a fazer ainda em campo?”
O gajo já fez uma falta merecedora de vermelho, várias simulações e falhanços incríveis! Os falhanços não afligem porque uma equipe que falha de forma tão descarada não quer e nem merece ganhar o jogo! O que me preocupa é a forma como o tipo joga… É rápido, finta bem, remata melhor mas é um falso! Está sempre a simular quedas… E é um caceteiro! Todos os clubes têm um gajo mais duro mas este tipo abusa…
Pois é, este dia lá começou atabalhoado.
Primeiro foi correr para o autocarro e este chegar atrasado, depois foi o facto de ser dia de feira em Penafiel e o trânsito estar caótico. Chego ao quiosque e a senhora diz-me que o Autosport só sai amanhã.
Vou para a aula de Processos Industriais e está uma confusão do caraças, só se fala da visita de estudo de amanhã, aproveito para escrever umas notas no Moleskine, vamos para intervalo.
Estou a tomar o pequeno almoço e sinto algo duro, removo com cuidado e ignoro pois podia ser um pedaço mais duro do fiambre. Pouco depois sinto mais algo duro e, não sei como, lembro-me de passar a língua pelos dentes, notando que me falta 1 pedaço de um deles! Bonito serviço! Um dente partido…
Acaba a aula, apresso-me para o dentista. Chegado lá sou confrontado com a funcionária a oferecer o serviço de uma médica que também trabalha lá o qual nego, por dois motivos: um, estava completamente desprevenido e não tinha dinheiro comigo; outro, só confio no Dr. Nogueira, meu médico dentista desde miúdo.
Sou daquelas pessoas que acham que não se deve mudar de médico. Estou muito contente com ele e, mesmo sendo uma urgência tinha preferência por ele. Não é que não fosse gajo para ir a uma dentista abrir a bocarra mas naquele momento o factor guita falou mais alto.
Muito sinceramente, não estou com grande pachorra para ir ao treino logo à noite…
Lido em:
http://dis.4chan.org/read/newnew/1179005773/1- (4chan World News)
so what does anonomous think of the the abdouction on the little girl in spain? <——– idiota…
Wasn’t me
I hope they don’t come look in in my apartment. :o)
>>1
there was an abduction? and it only happened in spain?no way yeah?
>>1
it was in Portugal you idiot… it’s a country since 1143 <——– lá tinha que aparecer o intelectual do Hugo no seu pseudónimo thybof…
Como já se está a tornar costume, somos chamados de espanhóis por pessoas sem o mínimo de cultura. Normalmente quem o faz são americanos, ou seja, um bando de idiotas que tem 400 anos de história e pensam que são os reis da cocada preta. Portugal tem quase 900 anos meus caros… Conheçam os países e depois lembrem-se de que Portugal, apesar de pequenino, tem mais do dobro da história dos US. E a bem dizer, os US já foram nossos, pelo menos segundo o tratado de Tordesilhas em que PORTUGAL dividiu o mundo a meias com Espanha…
No mundo tudo está parado, nada se move, tudo está esquecido de quão bom é se mexer… Quando tudo girava, rodopiava, saltitava, passeava, ria, chorava, sofria era tão bonito… Ver os cães a brincar, as pessoas a fazer jogging, a irem às compras, a irem para a escola, aqueles passeios a pé! Oh… Agora só se vê carros, motos, camiões, motorizadas, nem uma bicicleta se pode vislumbrar… (E dizem que a gasolina está cara!) Estão a construir prédios por todo o lado… Como se tudo na vida fosse viver enclausurado numa pequena gaiola, a muitos metros do chão, sem espaço para um jardim, um pequeno relvado, umas plantas…. Este povo quer viver de dióxido e monóxido de carbono e outro produtos que tais… É a revolução… Todos querem morrer, inconscientemente, mas querem… Se tiverem consciência vão para o campo, é tão bom estar lá, o ar (ainda que não puro, mas muito mais limpo que o da cidade) faz bem melhor, ouvir cursos de àgua a passar sabe tão bem, dar um passeio por montes e vales, ou apenas tratar de um jardim, quissá uma pequena horta!
Devo ser eu que devo ser mesmo muito esquisito afinal… Ou o mundo está perdido…
Como aquela rapariga, linda, como só ela, que pretende emagrecer…
Como aquela pessoa que tão mal ganha e ainda assim pretende um carro para se deslocar nos 100 metros que a separam do café…
São decisões que as pessoa tomam, que as pessoas devem ajuízar se realmente vale a pena, porque a decisão é inteiramente delas, mas têm sempre a opinião dos amigos…
Os amigos gostam mesmo de nós….
Existem amigos, conhecidos e amigos de ocasião…
Às vezes prefiro ter conhecidos a amigos de ocasião… Estes só aparecem quando precisam e quando precisamos conseguem tornar-se numa espécie de David Copperfield e desaparecer…
Os conhecidos são aqueles que cumprimentamos ao longe, por quem passamos todos os dias, que se calhar nem recordamos o nome, mas que sabemos que estão ali…
Os amigos… Acerca dos amigos não há muito mais que eu possa dizer além do que já toda a gente sabe… Estão sempre quando precisamos, se não estiverem tentam estar, nem que seja por uma simples chamada telefónica, mas a voz, ou na pior hipótese, a letra está sempre presente… Têem sempre um bom conselho, um ombro para chorar, um abraço para dar naquela hora de felicidade… São aqueles que nós mais precisamos e por vezes afastamos…
Sim, o mundo é tão estranho… E pensar que o estranho era eu…
Afinal…
Sou apenas mais uma anomalia no sistema…
[root@localhost arnax]$ rm -rf /
I was just reading Jark’s blog and his last post is about Microsft’s new patch tuesday.
This time it really is black, dark as the night without moonlight…
Most of the problems are related to remote software execution but there is a little thing that really makes me get utterly mad.
“MS07-010: Vulnerability in Microsoft Malware Protection Engine Could Allow Remote Code Execution”
How can someone trust a company that has a flaw like this one? Where on the world (should be read, world outside of MS) do you get a Malware protection that could (the could is really important. Have they tested? Do they really know it does? Is it theoretical?) execute remote code. Well… Shouldn’t it also protect against that? Or it’s just for MS to say that they have a Malware protection?
Shouldn’t the costumers ask for the protection that they have payed for?
I don’t get why people haven’t sued Microsoft for failing on providing security for their purchase. If you want a good protection you have to buy it to a third party company. I’ve never ever installed such things on my GNU/Linux distros… But i guess i’m lazy and don’t really think about protection.
I wonder how many problems the “safest ever” Windows Vista will show in the next months. Will it be like Windows XP? Will it really be worth to buy the new Vista? I guess i’ll stick with my current configuration (Ubuntu + Win XP) until i’m really fed up with games and stick just to Ubuntu… Or maybe i’ll fall back to my dear Debian…
(I just adapted my comment on Jark’s blog to post this)
________________________________
Estava a ler o blog do Jark e o seu último post falava da nova terça-feira de patches da Microsoft.
Desta vez ela é mesmo negra, negra como a noite sem luar…
A maioria dos patches está relacionada com a execução de código remoto mas há uma pequena nuance que me deixa extremamente irritado.
“MS07-010: Vulnerability in Microsoft Malware Protection Engine Could Allow Remote Code Execution”
Como pode alguém confiar numa empresa que tem uma falha destas? Onde raio neste mundo (leia-se, mundo fora a Microsoft) se tem uma protecção contra Malware que pode (este pode é realmente muito importante. Foi testado? Eles realmente sabem o que faz? É teórico?) executar código remoto. Bem… Não deveria ele proteger contra isso? Ou é apenas para a MS dizer que tem uma protecção contra Malware.
Não deveriam os clientes pedir por uma protecção pela qual pagaram?
Eu não percebo porque é que ninguém ainda processou a Microsoft por falhar em providenciar segurança nas suas compras. Se se quiser uma boa protecção tem-se que a comprar a terceiros. Eu nunca instalei tal nas minhas distros GNU/Linux… Mas acho que talvez seja preguiçoso e realmente não queira saber sobre protecção.
Imagino quantos problemas irá ter o “mais seguro de sempre” Windows Vista nos próximos meses. Será como o Windows XP? Valerá realmente a pena comprar o novo Vista? Acho que me vou ficar pela minha actual configuração (Ubuntu + Win XP) até me fartar de jogos e ficar apenas com Ubuntu… Ou talvez volte ao meu querido Debian…
Podia escrever mundos e fundos sobre o tema, podia discutir durantes horas a fio mas estou com sono, dormi pouco.
Deixo um link para um dos melhores posts sobre o tema que já encontrei. Uma grande visão sobre o tema.
http://opapao.blogspot.com/2006/11/minha-singela-e-humilde-opinio-sobre.html
Mais um dia que passa…
Depois desta entrada num novo ciclo, passo a ser o orgulhoso dono de mais uma gravatinha.
Para festejar, duas boas notícias:
A Microsoft Lançou uma série de patches para os seus produtos. A gravidade mais baixa para estes patches é de Importante (o outro nível presente é Critico). Aparentemente já se começa a tornar hábito chegar a esta altura do ano e encontrar estes patches.
MS06-072: Cumulative Security Update for Internet Explorer (925454)
KB Number: 925454
Severity: CriticalMS06-073: Vulnerability in Visual Studio 2005 Could Allow Remote Code Execution (925674)
KB Number: 925674
Severity: CriticalMS06-074: Vulnerability in SNMP Could Allow Remote Code Execution (926247)
KB Number: 926247
Severity: ImportantMS06-075: Vulnerability in Windows Could Allow Elevation of Privilege (926255)
KB Number: 926255
Severity: ImportantMS06-076: Cumulative Security Update for Outlook Express (923694)
KB Number: 923694
Severity: ImportantMS06-077: Vulnerability in Remote Installation Service Could Allow Remote Code Execution (926121)
KB Number: 926121
Severity: ImportantMS06-078: Vulnerability in Windows Media Format Could Allow Remote Code Execution (923689)
KB Number: 923689
Severity: Critical
Sinto-me bem. Estou a usar Ubuntu. O Adept apresenta-me os upgrades que possa ter que fazer, mas não me chateia. Posso deixá-los para outra altura e, no final, não reinicia a máquina. Isto é interessante.
Tenho um desktop KDE (ou FluxBox, se estiver numa maré de minimalismo) que me dá tudo o que preciso. Tenho montes de ferramentas. Posso jogar alguns jogos, que não sendo tão evoluídos como o F1 Challenge ou o Need For Speed, são tão ou mais viciantes e intuitivos. Como exemplos dou o Frozen Bubble, um clone do Puzzle Bubble, ou a conversão total do Transport Tycoon, o Open TTD.
Ultimamente tenho tido alguns problemas de som com o Alsa, mas o OSS está a substituir bem e continuo a ouvir música no xmms.
Tenho o Firefox 2.0, tal como quando estou em Windows (dual boot, sendo que o primary é Ubuntu), assim como o aMSN e o XChat2.
Tirando o problema de som e um crash que provoquei ao KDE não tenho nada a apontar. Não tenho um uptime maior devido apenas a algumas falhas de energia.
Noutro dia lia no Gildot que o o Linux estava a morrer nos desktops. Não acredito que assim seja. Pode estar a manter-se mas quanto mais a Microsoft fechar as portas à pirataria e manter os seus produtos caros mais pessoas vão abrir os olhos e ver as opções existentes: GNU/Linux e Mac. Destes dois, acredito mais no GNU/Linux, pois o no Mac paga-se pelo look do objecto e não tanto pelo produto em si. E isso, para mim, é fútil. Prefiro algo funcional a que seja apenas bonito e cheio de problemas.
(Outro post hoje?)
Tenho andado a escrever há bastante tempo mas não tenho tido paciência alguma para publicar e os posts têm ficado a meio.
Hoje É um bom dia para publicar algo. Cheguei à pouco da minha segunda aula de condução, que correu bem, felizmente. Estou agora na escola, por preguiça de ir para casa e depois voltar para cá. Assim facilita tudo excepto, talvez, o facto de estar a passar uma grande seca. Enfim… Nem tudo são rosas, logo, ha sempre contrariedades.
Acabei de ligar para a minha mãe, está com o meu pai no Hospital para fazer um exame, saíram de casa ainda antes de mim. Nem 8h eram. Isto de ir ao hospital tem o que se lhe diga. Têm sempre tanta gente lá que para a mínima coisa como suturar uma ferida ou receitar um medicamento para a gripe se demora uma eternidade.
Mas não é sobre hospitais que escrevo hoje. É sobre a vida. Essa maravilha que foi gerada e se tem mantido até agora, ora com algumas dificuldades, ora sem estas. Mas tem sido gerida com algum rigor, pensando mais para a frente do que para trás, pois de nada vale pensar no que aconteceu. “O que está feito, feito está.” - diz o ditado. Mas por outro lado, pensar no futuro porquê? “O que será, será!” - diz outro ditado. De qualquer forma,pelos vistos não se deve pensar na vida, pois o carpe diem diz-me para viver cada momento.
Mas existe alguém que não pense no que se passa? Existe alguém tão irracional que apenas vive o momento? É demasiado estranho que isso possa ser possível, pelo menos para mim, pois eu não consigo.
Penso bastante no que se passa actualmente e um pouco no futuro, penso nas palavras e acções de ontem, de anteontem, de há algum tempo atrás mesmo. Por vezes penso por que razão aconteceram certas coisas no passado, mas não chego a um consenso.
Hoje penso bastante.
Agora penso em ti. Tenho saudades tuas. A sério que tenho, podes até nem acreditar como aconteceu quando nos deixamos de falar, mas sim, é verdade. O mundo já deu milhares de voltas e mesmo assim não esqueço a nossa amizade, os nossos momentos divertidos e, como é óobvio, também não esqueço os maus momentos. Será que hoje poderiamos fazer algo para recuperar esta amizade perdida?
Hoje vi uma grande amiga, conhecemo-nos desde o infantário, estudamos juntos até ao 9º ano, no 10º cada qual seguiu o seu rumo, mas voltamos a estar juntos numa sala no 12º para ter aulas de física. Até a faculdade que frequentamos foi a mesma. Cursos diferentes e pólos diferentes, mas não era longe. Eu em Braga, tu em Guimarães. Vi-te, devias estar a ir para o trabalho. Tás diferente, nem me deves ter reconhecido, pois já passou bastante tempo desde a última vez que falamos. Ainda assim foi bom ver uma cara tão familiar.
Mas hoje em dia penso muito mais em ti, pois é. E é tão natural eu o fazer. Sabes o quanto me preocupo contigo, o quanto gosto de ti. Definho. Tenho tantas saudades tuas. O que vale é que mantemos o contacto durante o dia, todos os dias e sei que em breve nos vamos encontrar e matar todas as saudades que temos, mas, até lá, definho. Sinto a tua falta, da tua meiguice, do meu carinho, do teu sorriso, de te fazer rir, de te abraçar. Sinto falta dos teus doces lábios.
Quero passear contigo, dar-te a mão na rua, levar-te a jantar, ajudar-te a escolher aquela carteira para combinar com aquela camisola que combina com aquelas calças que, por sua vez combina com os sapatos que compraste sei lá bem onde. Quero estar ao teu lado, sempre que precisares, sempre que eu precisar de ti. Acima de tudo, quero conhecer-te o melhor possível e mostrar a tudo e todos o quanto gosto de ti.
Faz dias que não te vejo, que não te sinto. Não… Eu sinto-te, ainda sinto o teu abraço, os teus lábios, o teu perfume, e é o facto de saber que vou voltar a sentir que me faz sorrir, que me dá alento para aguentar esta minha passagem pela vida.
A vida.
Volto ao tema. Não que o tenha deixado algures, mas trato-o mais objectivamente, sem medos, sem motivo para sofrer. A vida não é mais do que uma passagem, mas é longa, na maioria da vezes, curta, por vezes, infelizmente. Mas é vida. E esta não deve ser negada. Há que ser racional e pensar duas vezes antes de gerar uma, há que ponderar se realemente é a hora. Eu não tenho, neste momento, coragem para ajudar na concepção de uma vida. Não que fosse mau, ou que esteja em dificuldades. É, para mim, uma questão moral. Não daquelas questões morais religiosas, mas eu não tenho moral para colocar uma criança neste mundo que tanto detesto. Este mundo cheio de problemas. Não me parece certo que se crie uma criança com medo de sair à rua porque pode haver uma explosão, porque pode haver uma bala a ricochetear, porque pode ser atropelada. Mas há outros motivos por detrás da minha escolha. Olhem para o céu, para as plantas ou animais. Olhem para a Natureza. Está triste. Estamos a matá-la a cada dia com as nossas ameaças. E não é apenas aquela poluição que toda a gente critica e nada faz. Temos a poluição sonora, que consegue ser tão ou mesmo mais grave. Temos também a poluição visual pois, milhares de outdoors e placas anunciam produtos que, muitos deles, nem pensei existirem. Temos a televisão a dar esses mesmos anúncios e a propagandear produtos durante os seus programas. Vai desde colchões a automóveis, de aspirinas a cremes reparadores, de férias em Espanha a um ralador de queijo.
Necessitaremos mesmo de tudo isso?
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